Aqui você encontra meu ponto de vista sobre os mais variados assuntos. De música a política e até mesmo abobrinhas!
quarta-feira, junho 18, 2014
A raposa vai tomar conta do galinheiro!
quarta-feira, junho 11, 2014
Fiquemos de olho em Brasília...
sexta-feira, novembro 09, 2012
Comissão da UE quer banir livros que mostram imagens de família tradicional
Livros que retratam tradicionais imagens de mães que cuidam de seus filhos ou pais saindo para trabalhar podem ser impedidos nas escolas de Bruxelas.
Brasil
por Cultura da Vida
terça-feira, outubro 16, 2012
Sobre o endeusamento de Joaquim Barbosa
domingo, outubro 14, 2012
Porque não devemos nos entusiasmar com as recentes punições aos mensaleiros
quarta-feira, maio 30, 2012
Aos vitoriosos de 64
Nunca foi tão pobre e minguado um 7 de Setembro no Brasil. Na capital federal, por escassez de combustível, apenas quatro blindados fizeram parte do desfile. O grupamento da Força Aérea Brasileira deixou os aviões estacionados e seus pilotos desfilaram a pé. Tampouco houve o tradicional sobrevôo de caças. Já no 25 de agosto, dia do soldado, faltou grana até para o coquetel de praxe e o desfile militar foi cancelado.
Faltasse verba apenas para comemorações, não seria tão grave. Mas as Forças Armadas avisaram o Tribunal Superior Eleitoral que nestas eleições não será fácil atender os pedidos de envio de tropas aos Estados diante da liberação antecipada de 44 mil recrutas no final de julho passado. Esta dispensa foi causada por cortes no Orçamento determinados pelo governo federal. Há algum tempo, os quartéis vinham liberando os recrutas para comerem em casa, já que o rancho andava escasso.
Enquanto o Exército nacional não tem verba sequer para alimentar seus soldados, o presidente Fernando Henrique Cardoso assina uma medida provisória que amplia a definição e os direitos dos anistiados políticos. Servidores públicos civis que foram punidos por adesão a greve serão reintegrados a seus cargos. Políticos, civis e militares que já haviam sido readmitidos poderão pedir indenização financeira à União – hipótese que era vedada na regulamentação da anistia do ano passado. As esquerdas e simpatizantes, que vivem protestando contra o arbítrio das medidas provisórias, contra esta certamente não terão objeções.
Em fevereiro deste ano, a Comissão de Anistia já havia aprovado concessão de indenização de R$ 59,4 mil para o presidente do PT, deputado José Dirceu, por ter sido obrigado a abandonar o País por onze anos, no regime militar. "O Estado brasileiro cassou minha nacionalidade e me baniu do País", afirmou o petista que, entre outras façanhas, trabalhou para os serviços de inteligência cubanos. A verdade é bastante diferente: José Dirceu era preso político e saiu do país em 1969 com mais 14 pessoas em troca da liberdade do embaixador norte-americano Charles Elbrick, seqüestrado por um grupo ligado ao MR-8. Saiu porque quis e mediante outra ação criminosa.
Na época, 2.600 esquerdistas foram beneficiados e sete mil outros pedidos esperavam decisão da comissão. Pela nova regra, passaram a ter direito ao benefício civis e militares atingidos por medidas de exceção desde o início da década de 30 até a promulgação da atual Constituição, em 1988. Ou seja, os pilotos da Força Aérea, marinheiros e fuzileiros navais que em 1964 atentaram contra a nação, serão agora regiamente recompensados por sua desobediência à hierarquia militar. O valor das indenizações pode ser de até R$ 100 mil e a pensão especial mensal de até R$ 10,8 mil – maior salário que pode ser pago com recursos da União. A expectativa do presidente da comissão, no início deste ano, era de que pelo menos 40 mil pessoas apresentassem requerimentos. Mesmo os punidos que não conseguirem provar vínculo com atividade laboral, serão contemplados com 30 salários mínimos para cada ano da punição.
E as vítimas do terror? Cerca de 120 militares foram mortos por militantes de esquerda durante o regime militar. Em janeiro de 2001, o presidente da República em exercício, Marco Maciel, enviou ao Congresso Nacional quatro projetos de lei concedendo pensão especial a vítimas de violência política durante o governo militar. O único vivo a ser beneficiado com uma pensão de R$ 500,00 foi o ex-piloto Orlando Lovecchio Filho, que, em março de 1968 perdeu uma perna, na explosão de uma bomba colocada no Consulado americano, em São Paulo. Lovecchio, que na época tinha 22 anos, estava prestes a tirar o brevê de piloto comercial. Não teve só a perna amputada, mas também sua carreira. Sérgio Ferro, o terrorista que colocou a bomba, vive hoje em Paris, a capital preferida de nove entre dez defensores do proletariado.
Segundo o então secretário de Estado dos Direitos Humanos, José Gregori, a medida não contemplaria os 120 militares mortos, já que eram partes envolvidas em conflito. Além de Lovecchio, abrangeu os herdeiros de mais duas pessoas mortas pelo terror. De carona, entraram no projeto os herdeiros de frei Tito de Alencar Lima, que se suicidou na França em 1974. O suicídio foi debitado a perturbações mentais em decorrência das agressões sofridas em dependências policiais.
Leio no site da Secretaria de Assuntos Legislativos do Congresso, que até junho passado o projeto de indenização a Lovecchio ainda não havia sido aprovado. Quanto à primeira leva de anistiados, estes há muito estão gozando as benesses do regime que pretendiam derrubar. Se terroristas são recompensados, nada mais justo que suas vítimas também o sejam, este é o primeiro raciocínio que nos ocorre. Mas se pensarmos um pouco adiante, logo se revela a ironia da situação. O terror mata e o Estado paga. Traduzindo melhor: o terror mata e você, contribuinte, paga. Pois o Estado nunca paga coisa alguma. Quem paga somos nós.
Foram derrotados os comunistas? O que vemos são seus líderes em prosa e verso cantados, na literatura e no ensino nacionais, ostentando aura de heróis, dando nomes a salas, ruas e rodovias e gozando de gordas aposentadorias. Os militares, que se pretendem vencedores, foram jogados à famosa lata de lixo da História e relegados ao papel de vilões.
Enquanto seu Exército não tem verba sequer para pagar o rancho de recrutas e sua Força Aérea desfila a pé, aos vitoriosos de 64 Fernando Henrique Cardoso confere honras, glória e gordas aposentadorias.
sábado, maio 26, 2012
Cineasta também e gente!
cristaldo.blogspot.com
Há milhares de escritores que ninguém leria – a começar pelo Machadinho – vendendo milhões de exemplares porque o Estado os empurra nos currículos. Mais milhares de atores encenando peças graças à lei Rouanet. Mas dezenas, senão centenas de cineastas fazendo filmes com o dinheiro do contribuinte. Os filmes não precisam vender. Não precisam nem mesmo ser vistos. O que importa é que o cineasta receba o seu. Claro que os beneficiários de tais benesses não podem dizer a menor palavrinha contra o governo. Stalin sabia disto e cultivava carinhosamente seu plantel de escritores e cineastas.
Leis para isso é o que não falta: lei Rouanet, Lei Mendonça, lei do Audiovisual, Fazcultura, e por aí vai. Por cultura, de modo geral, entendem os pedintes espetáculos, filmes ou publicações ligados ao show business, todos com finalidades lucrativas. É como se o artista - ou agente cultural, como parece soar melhor - mandasse um recado ao contribuinte: "em nome da cultura, me repassa teus impostos, que eu quero passar bem".
Fernando Collor de Mello, o Breve, pode não ter agradado as estruturas nacionais de poder. Mas no dia de sua posse, em 1990, deu uma grande alegria, não só a mim como a todos os contribuintes do país: extinguiu a Embrafilme. De uma penada, acabou com a festa de um setor privado que adora o conforto garantido com o dinheiro do Estado. Isto é, com o dinheiro nosso, já que Estado nada produz e nada ganha. Entre outras, esta terá sido uma das razões de sua queda. A gigolagem cinematográfica permaneceu quatro anos em jejum, mas não perdeu a vocação. Em 1994, através da Lei do Audiovisual, meteram de novo a mão no bolso de quem ganha honestamente seu sustento. O mecenato é tão atraente, que até as redes televisivas já pensam em também meter a mão nesse bolso inexaurível, o do povo, para produzir suas baixarias.
No governo Lula, os gigolôs se tornaram ainda mais ousados. Através do decreto 4.945, publicado na calada do réveillon de 2003, cada uma das 1800 salas de exibição do país foram obrigadas a dedicar 63 dias de sua programação ao cinema nacional. Em 2003, os dias de exibição obrigatória eram 35. A gigolagem conseguiu revogar essa reacionária lei da oferta e da procura para enfiar goela abaixo do espectador seus abacaxis. O que sobra do mercado é reserva dos abacaxis americanos. Só por milagre você hoje consegue ver um filme alemão, italiano ou finlandês.
Em fevereiro de 2010, comentei o projeto de lei do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que estava então prestes a ser examinado na Comissão de Educação do Senado, propondo que os estudantes brasileiros das escolas públicas e privadas assistissem no período de um mês a pelos menos duas horas de filmes nacionais. A medida é de caráter obrigatório.
Rosalba Ciarlini, senadora do DEM, partido tão venal como o PT, deu na época dois pareceres totalmente diferentes sobre o projeto. Em maio daquele ano, defendeu sua rejeição. “Esse tipo de norma, por sua rigidez, conquanto possa servir a interesses diversos e estranhos à escola, pouco ou nada contribui para a melhoria do ensino. Ao contrário, pode diminuir a margem de autonomia e de flexibilidade dos estabelecimentos de ensino".
Em novembro, por ocasião do lançamento de O Filho do Brasil, hagiológio ao analfabeto-mor, a senadora só teve elogios para a proposta, sob a alegação de que a obrigatoriedade das escolas exibirem filmes nacionais "será benéfica para ambos, estudantes e indústria cinematográfica. A produção nacional, com raras exceções, tem qualidade plástica e conteudista irretorquível, diversidade temática e de público-alvo". O que a senadora propunha, no fundo, era a exibição obrigatória de uma ficção sobre o presidente mais analfabeto, mais incoerente, mais mentiroso, mais corrupto e o maior acobertador da corrupção que o Brasil jamais teve em seus dias de república. Mesmo assim, o filme de louvor a Lula deu com os burros n'água.
Pois bem, o projeto infame de Cristóvão Buarque foi agora examinado na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. E acaba de ser aprovado. Segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara. Onde obviamente será também aprovado.
As artes nacionais, de tão excelentes, vivem hoje de esmolas do poder. Tanto escritores como cineastas, artistas plásticos, atores de teatros, são humildes pedintes de verbas governamentais, que estendem o chapéu ao Planalto. Desde há quatro décadas, não assisto cinema nem teatro nacionais. Poderia eventualmente assistir. Mas além de ingresso gratuito, quero limusine na porta de casa. Afinal, se há anos venho financiando estes parasitas com meus impostos, sem limusine nada feito. E mesmo com limusine, sei lá! Tampouco leio autor cuja leitura seja obrigatória nas escolas. Quer dizer: não leio praticamente nada da literatura que se faz no Brasil.
Esta corrupção, com patrocínio do Legislativo, jornal algum denuncia. Os jornais são cúmplices. Suas páginas abrigam e louvam escritores, atores e artistas que são gigolôs do poder. Que nada valem por suas obras e que só são conhecidos porque impostos a um público indefeso. A União Soviética morreu há duas décadas. E o Brasil continua financiando escritores e artistas venais, como faziam os comunistas no século passado.
A meu ver, o projeto do senador Cristovam Buarque é tímido. Bem que podia ir mais longe. Mais duas horas obrigatórias de teatro nacional. Mais outras duas de Rede Globo. Mais outras tantas de Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil. Mais duas de Xuxa e Sílvio Santos. E mais duas – por que não? – de Edir Macedo e R. R. Soares. Isto é Brasil. Isto é brasilidade. Isto é cultura nacional.
Nem só negros querem cotas. Cineasta também é gente.
terça-feira, maio 22, 2012
É hora da Congresso Nacional impedir o golpismo que existe por trás da pressão para Dilma vetar o Código Florestal.
sábado, maio 05, 2012
O que querem dizer os ambientalistas...
Querem que a Dilma vete o novo Código Florestal?
terça-feira, agosto 31, 2010
quarta-feira, dezembro 10, 2008
Um tapa na orelha
Se depender dessa raça detestável de antropólogos e burocratas da FUNAI, a matança vai continuar porque, segundo eles, é parte de suas culturas.
As legendas estão em inglês, porém segue abaixo as traduções e o tempo em que aparece no vídeo.
1:30 -> "_Não! Pare! Eu vou cuidar dele"
1:58 -> "_Não! Por favor, pare!"
2:42 -> "_Traga-a de volta! Ela tem que morrer pelo bem da tribo!"
2:51 -> "_Ela cavou um buraco, e colocou ele lá. Jogou terra e pisou em cima! Chorou a noite toda, e continou chorando e morreu no dia seguinte!
3:04 -> "_O menino que foi enterrado vivo era filho de minha irmã. Eu queria desenterrá-lo, mas meu povo não o queria" (
3:20 -> "_Fiquei tão triste porque eles o enterraram. Eu quis morrer com ele"
3:28 -> "Estamos fazendo este filme por causa das crianças"
3:32 -> "Todo ano, centenas de crianças são enterradas vivas na Amazônia. Esta é a história de uma que sobreviveu, Hakani"
http://www.youtube.com/watch?v=zd9JpVxiz9E
Reserva Raposa Serra do Sol - a vitória da insensatez!
Infelizmente, até os ministros do Supremo caíram na arapuca montada pela FUNAI, por ONG's pseudo-indigenistas (na maioria estrangeiras, ou financiadas por empresas multinacionais) e padrecos adeptos da Teologia (ou seria escatologia?) da Libertação, que venderam a falsa idéia de que ali vivem pobres coitados índios não civilizados e que estas terras (diga-se de passagem, com uma área 2 vezes maior que a região metropolitana de São Paulo), lhes pertencem por direito.
Isso está totalmente errado por dois motivos: primeiro, os índios que ali vivem, já estão bem aculturados como se pode ver nesse video. Eles falam nossa língua e se vestem como nós e só evocam suas origens étnicas quando lhes convém. Segundo: os arrozeiros que ali estão se estabeleceram ali há décadas, quando nem se ouvia falar em reserva indígena. A decisão do STF transformará estes brasileiros em párias, indignos de continuar em suas terras pelo imperdoável crime de serem não-índios. Agora terão que se contentar com indenizações mixurucas e terras menos férteis em outras regiões do estado de Roraima.
Não dá para compreender porque encasquetaram com um grupo de agricultores que ocupam uma porção ínfima (cerca de 0,7;%) da área total da reserva, e que alimentam inclusive os índios que ali vivem. Esta notícia extraída do portal Terra dá uma pequena amostra dos absurdos que poderão acontecer com a demarcação contínua da Raposa Serra do Sol.
Enfim, venceram, o onguismo chinfrim, os falsos indigenistas da FUNAI, os padrecos de passeata apoiados pelo PT e pela CNBB. Perderam, a população de RR e a soberania nacional sobre a Amazônia, cada vez mais nas mãos de ONG's estrangeiras, incluindo aí a maior delas, a ONU
quarta-feira, dezembro 03, 2008
Vale a pena refletir - II
Por Bennett Owen
- Não há desemprego, mas ninguém trabalha;
- Ninguém trabalha, mas todos recebem salários;
- Todos recebem salários, mas não há nada para comprar com o dinheiro;
- Ninguém pode comprar nada, mas todos são donos de tudo;
- Todos são donos de tudo, mas ninguém está satisfeito;
- Ninguém está satisfeito, mas 99% do povo vota pelo sistema.
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Retirado do blog http://rodrigoconstantino.blogspot.com
Vale a pena refletir - I
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segunda-feira, novembro 24, 2008
Mais uma tentativa de reforma tributária
Por isso que na minha opinião, para se fazer uma reforma tributária decente deveria se formar uma assembléia formada por juristas com o mais profundo saber tributário, pois deputados e senadores tendem a legislar em causa própria e têm tanto interesse em fazer reforma tributária quanto o PCC e o Comando Vermelho têm em reformar o sitema prisional e penal brasileiro.
A praga do politicamente correto faz mais uma vítima!
O site norte-americano de encontros eHarmony.com terá de lançar um serviço para homossexuais, homens e mulheres, que busquem um relacionamento. A medida ocorre depois que o portal foi posto na Justiça por discriminação.
Um acordo amistoso divulgado nesta quarta-feira (19) pelo Departamento de Justiça de Nova Jersey prevê que o eHarmony comece a oferecer os serviços "homem procura homem" e "mulher procura mulher" até 31 de março de 2009, no máximo.
O acordo foi conseguido após três anos de tramitação de uma ação aberta por Eric McKinley, que tem, agora, direito a um ano de afiliação gratuita no eHarmony e a US$ 5.000 de indenização por danos morais.
O eHarmony, fundado em 2000 pelo psicólogo Neil Clark Warren, ligado à organização conservadora Focus On The Family (Foco na Família, em português), terá de pagar US$ 50 mil por custos judiciais e corrigir sua comunicação para esclarecer que "não discrimina em função da orientação sexual".
Comento:
Em vez de extorquir os reponsáveis pelo referido site acima, não poderia este infeliz ter procurado um outro site de encontros, afinal há tantos por aí oferecem este serviço para homossexuais? A referida organização "Focus on the Family" poder lá ter as suas razões para atender somente heterossexuais, alegando que somente estes podem se casar e gerar filhos! Mas como lá nos States o Judiciário está em sua maioria envenenada por esse ridículo pensamento politicamente correto, a organização levou a pior. Será que é errado ter opiniões diferentes das desses chatos militantes gays? O que eles fazem não é nada democrático. Isso aí aconteceu nos EUA, mas logo logo vamos ter episódios como esses ocorrendo aqui no Brasil tão logo seja aprovado o famigerado Projeto de Lei 122/2006, que vai dar carta branca para esses militantes perseguirem implicavalmente quem quer que pense diferente deles.
De volta!
sexta-feira, julho 04, 2008
Justiça americana ordena Youtube a revelar dados de usuários!
Apesar do absurdo desta notícia, resta o consolo de saber que a imbecilidade não é exclusiva dos juízes brasileiros (vide caso Daniella Ciscarelli vs. Youtube). Juízes americanos podem ser tão ou mais boçais que os nossos!!
Integra da notícia em http://tecnologia.terra.com.br/interna/0
segunda-feira, junho 23, 2008
Forças Armadas no fundo do poço
Os governos que se sucederam após o término do regime militar contribuiram para o sucateamento e desmoralização de nossas Forças Armadas. Este processo se acelerou durante o período em que FHC esteve à frente do Palácio do Planalto - durante seu governo foi criado o Ministério da Defesa, a cargo de um civil, em substituição aos três ministérios militares existentes anteriormente - e se tornou mais visível durante o governo Lula. Equipamentos obsoletos e instalações precárias fazem parte do cotidiano dos homens de farda e além disso os últimos titulares da pasta do Ministério da Defesa, incluindo aí o atual, Nelsom Jobim, têm se destacado pela fanfarronice e pela inépcia.
Três acontecimentos recentes demonstram o grau de desmoralização a que vem sendo submetida às nossas FFAA: primeiro, a demarcação das terras da Reserva Raposa do Sol que criaria um enclave de 17 mil quilômetros quadrados inacessível até mesmo aos militares, que corajosamente denunciaram esta aberração.
No começo do mês, o Exército foi alvo de protestos por parte da militância politicamente correta, por causa de dois babacas que foram punidos por desrespeitar normas da instituição e depois saíram na imprensa se pousando de coitadinhos, de vítimas de perseguição pelo fato de serem homossexuais. Coisa mais ridícula!!
Para completar a desgraça das FFAA, na semana passada homens do Exército que patrulhavam o Morro da Providência no Rio foram presos acusados de entregar 3 jovens a traficantes de uma facção rival em uma outra favela. Os jovens foram brutalmente assassinados e o assunto dominou a semana inteira. O estranho é que a gritaria das ONG's, intelectuais, a turma dos Direitos Humanos, só foi em cima dos soldados, que diga-se de passagem, são bandidos de farda e têm que ser punidos severamente. Quanto aos traficantes que cometeram o crime bárbaro, nenhuma palavra! O pior de tudo, é que o Exército só estava lá para garantir que um aliado político de Lula pudesse pôr em prática um projeto que a meu ver, era apenas para maquiar a favela, ou seja, fizeram uso político de nossas forças militares! O Exército não deveria nunca ter entrado lá, e agora sua imagem ficou seriamente arranhada!
A vida não está fácil para os homens fardados!! Creio que eles devem aguardar ansiosamente pelas novas eleições presidenciais em 2010!