segunda-feira, setembro 01, 2014

Mais um absurdo de um país surreal

Quando penso que eu já vi de tudo, aparece mais uma notícia que me deixou boquiaberto! Fico pensando como que uma cidade possui boa parte de seu território dominado por traficantes pode ser sede de uma Olimpíada! Se uma notícia dessa sai em algum veículo de imprensa estrangeira, imaginem o espanto que acometeria seus leitores! No entanto, parece que já estamos tão acostumados com tais absurdos que isto nem nos causa mais indignação!
Dellano,

Bandidos agem em 16 estações e expulsam os funcionários da SuperVia

‘‘Aqui, nesta estação, ninguém paga passagem, a entrada é liberada. A venda de drogas, também. A única regra é chegar e sair calado’’. A informação, dada por um passageiro de trem, corresponde ao que acontece numa parte da malha ferroviária da SuperVia, um sistema de transporte público fundamental para uma grande parcela da população fluminense, no qual viajam cerca de 620 mil pessoas por dia. Hoje, o tráfico atua livremente em 16 estações de trem.
A situação chegou a tal ponto que, em uma das paradas — a estação Tancredo Neves, no ramal de Santa Cruz —, não há mais funcionários da concessionária, que foram expulsos por bandidos: o tráfico tem o controle de toda a plataforma. Ali, traficantes circulam armados e vendem drogas em locais onde deveriam estar trabalhando bilheteiros, seguranças e operadores de tráfego.
A reportagem do GLOBO passou uma semana viajando pelo sistema ferroviário e registrou a movimentação de traficantes e usuários de drogas em 43 pontos. Os problemas mais graves ocorrem nos ramais de Santa Cruz e Belford Roxo, que, juntos, recebem 128 mil passageiros por dia. No primeiro, pelo menos seis áreas ao longo da via férrea estão dominadas por facções criminosas. Nas estações de Magalhães Bastos e Tancredo Neves, a venda e o consumo de maconha, cocaína e crack acontecem no meio das plataformas, sem qualquer repressão.
“Tem pó de cinco e de dez’’, anunciava, aos berros, um dos 20 traficantes que, na tarde da última quarta-feira, circulavam pela estação Tancredo Neves, onde, pelos cálculos da Supervia, cerca de 1.600 passageiros embarcam e desembarcam diariamente. É a penúltima parada para quem começou uma viagem de aproximadamente duas horas na Central do Brasil. Cápsulas de cocaína, já vazias, podem ser vistas pelo chão da plataforma.
Em geral, a droga é consumida perto dos trilhos por dezenas de usuários de droga. A cena provoca medo. Trabalhadores que usam a estação caminham para suas casas de cabeça baixa, evitando olhar para os traficantes, a maioria jovens, que, com radiotransmissores, observam o vaivém.
— Realmente não temos mais funcionários ali. Estamos seguindo orientações da Secretaria estadual de Segurança para não entrarmos em confronto com o tráfico. Vamos nos manter o mais distante possível até as autoridades policiais tomarem uma providência — diz o presidente da SuperVia, Carlos José Cunha.
No ramal de Belford Roxo, traficantes atuam em pelo menos dez estações. Em alguns pontos, foram erguidos barracos a poucos metros dos trilhos, que, durante o dia, são bocas de fumo, e, à noite, viram abrigos para os dependentes — que não deixam mais a malha ferroviária depois que escurece. Há adolescentes, idosos e até mulheres grávidas se drogando o tempo todo. A disputa por passageiros é grande: de um lado, traficantes tentam atrair potenciais clientes mostrando trouxinhas de maconha, pedras de crack e papelotes de cocaína; de outro, evangélicos gritam “aleluia” e entregam panfletos com endereços de suas igrejas, prometendo a salvação para os viciados.
Segundo a SuperVia, o problema está se agravando. Nos ramais de Santa Cruz e Belford Roxo, existem mais de 150 buracos nos muros ao longo das linhas férreas, abertos por bandidos para facilitar o entra e sai de dependentes e as fugas durante eventuais operações de combate ao tráfico. A concessionária informa que monitora as passagens abertas irregularmente e fecha, em média, quatro por mês. Porém, destaca que traficantes voltam a abrir buracos horas depois. É perto dessas aberturas nos muros que acontecem feiras de crack, maconha e cocaína. Com radiotransmissores, bandidos vigiam quem se aproxima e, dependendo das vendas, ordenam novos abastecimentos de drogas, que chegam em sacolas.
A concessionária que explora o sistema ferroviário calcula que cerca de 40 mil pessoas usam os buracos abertos pelo tráfico e acessam estações sem pagar passagem. O fluxo faz com que, diariamente, R$ 128 mil deixem de ser arrecadados nas bilheterias. Por ano, o valor que passa longe dos caixas gira em torno de R$ 46 milhões.
— São recursos que perdemos e que poderiam ser investidos na modernização das linhas e no conforto dos passageiros — afirma o presidente da SuperVia.
A Secretaria estadual de Segurança diz, por meio de sua assessoria de imprensa, que relatou à Polícia Militar os problemas apontados pela reportagem. Em nota, a PM garante que faz operações regulares na malha ferroviária. A corporação destaca que, de janeiro a julho deste ano, policiais do 27º BPM (Santa Cruz) detiveram 51 pessoas na Favela de Antares, que fica nos arredores da Estação Tancredo Neves, e apreenderam 28kg de cocaína, 2.913 sacolés de cocaína, 3.483 pedras de crack e 29 frascos de cheirinho da loló, além de 613 gramas de haxixe. Foram encontradas ainda 12 pistolas, uma espingarda e uma réplica de metralhadora.
Ainda de acordo com a PM, equipes do Grupamento de Policiamento Ferroviário da PM trabalham em plataformas e dentro dos trens. Este mês, 162 foram detidas no sistema ferroviário, diz a corporação.
Problema já existia em 1997
Uma reportagem do GLOBO de 1997, intitulada “O expresso do pó”, já alertava, há 17 anos, para o problema do tráfico na via férrea. Naquele ano, bandidos atuavam em um terço das 90 estações espalhadas por 274 quilômetros da malha ferroviária. Os maiores problemas eram registrados em estações como a de Vieira Fazenda, ao lado da Favela de Jacarezinho, onde criminosos haviam arrancado as roletas, ordenando aos bilheteiros que fossem embora e transformando o lugar numa boca de fumo. A venda de maconha e cocaína acontecia sem repressão. Além disso, criminosos circulavam armados pelos vagões.
Em 2007, O GLOBO publicou nova reportagem, mostrando que, além da capital, o tráfico já atuava na linha férrea em outros dez municípios. Na cidade do Rio, a estação perto do Jacarezinho continuava com venda de drogas, e crianças e adolescentes eram os principais consumidores.
Rotina marcada pelo medo
Em diversas estações no ramal de Santa Cruz e Belford Roxo, são traficantes com radiotransmissores que ditam as regras, deixando assustados passageiros e funcionários da SuperVia.
— Alguns marginais vão diretamente à cabine e exigem que a gente mude a frequência do rádio para que possam usar a nossa (para ter informações sobre a circulação dos trens e saber se a SuperVia está acionando a PM). Assim, ficamos sem comunicação para receber dados sobre liberação de vias, entre outros — conta um maquinista.
Passageiros dizem que usuários de drogas e traficantes circulam pelos vagões.
— Outro dia um rapaz começou a cheirar cocaína do meu lado e do meu neto de 9 anos — conta um passageiro.
Sem fiscalização, uso de drogas é comum dentro dos vagões
Uma manicure que utiliza o ramal Santa Cruz de segunda a sexta-feira se diz aterrorizada pela falta de segurança dentro dos trens:
— Todos os dias, tanto viciados quanto traficantes sobem e descem na minha estação. Não existe qualquer tipo de fiscalização. Os trens agora são lugares inseguros, porque viajam neles pessoas que roubariam e matariam para poder usar drogas.
Outra passageira que sofre com o tráfico nas estações é uma costureira também usuária do ramal Santa Cruz. Ela conta que, ao entrar num vagão na estação de Santíssimo, um rapaz se sentou ao seu lado para cheirar cocaína:
— Ele não tinha mais do que 15 anos. Logo que ele começou a cheirar, um segurança entrou no vagão para adverti-lo. Mas pouco depois um outro menino, traficante, entrou e perguntou ao segurança se ele ia incomodar seu cliente. O segurança apenas respondeu que não, deu meia-volta e foi embora. Eu então saí e troquei de vagão.
Fonte: O Globo.

terça-feira, agosto 26, 2014

Burocratas mais uma vez infernizando o cotidiano de cidadãos e empresas!

No mundo inteiro, a sensação que se tem é que burocratas têm como finalidade precípua, infernizar a vida de cidadãos e empresas com regulações estúpidas. Dois fatos recentes, um na Europa, outro no Brasil corroboram a tese de que agentes estatais só existem para atrapalhar.
A primeira notícia, é que uma decisão da Comissão Europeia -  órgão executivo da União Europeia - proíbe, a partir de 1° de setembro deste ano, a venda e a importação de aspiradores de pó com motores cuja potência seja superior a 1600W. Esta decisão, que, segundo esta comissão, tem por objetivo retardar as mudanças climáticas através da redução no consumo de energia elétrica na UE, tem sido muito criticada por associações de consumidores porque a maioria dos aspiradores mais bem avaliados possuem potência superior a este limite e que a economia de energia gerada por aspiradores menos potente é pouco significativa. Uma associação britânica de consumidores recomenda que seus concidadãos comprem logo estes modelos mais potentes antes que eles saiam do mercado. Algo parecido com o que ocorreu, com o banimento das lâmpadas incandescentes, quando muitos consumidores fizeram estoques antes da proibição.
Em nome da luta contra um suposto aquecimento global, os europeus estão cada vez mais reféns dos desmandos dos burocratas de Bruxelas. 
A segunda notícia é que a Receita Federal no Brasil decidiu que irá cobrar impostos para aluguel de datacenters no exterior. Mais uma medida protecionista do órgão mais fascista da Administração Pública Federal e que têm como meta sugar financeiramente cidadãos e empresas até o limite. Notícias como esta, mostram o inferno que é ser empreendedor no Brasil. Além de enfrentar toda uma via-crúcis para se abrir uma empresa, e encarar uma legislação trabalhista arcaica, o empresário brasileiro pode ver todo um planejamento de meses indo por água abaixo por causa de regras que mudam o tempo todo. 
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quarta-feira, julho 30, 2014

Não dá para construir aquedutos no Brasil?

Num país de dimensões continentais como o Brasil, é comum chover bastante em um local ao mesmo tempo em que em outros enfrentam estiagens severas.
Tendo em vista o cenário acima, eu me pergunto se não é possível construir aquedutos interligando todas as regiões brasileiras, de modo que seja possível levar água onde esteja em excesso para onde ela está faltando. Por exemplo, neste momento, o Sudeste está enfrentando a maior seca dos últimos 40 anos e muitos municípios já estão com racionamento de água, ao passo que estados da região Sul e Norte sofrem com o excesso de chuvas. Deveria ser possível levar água de rios e represas do Norte e do Sul do Brasil, que estão cheios, para o Estado de SP, já que alguns cursos d'água deste estado estão quase secos.
Há 2000 anos os romanos construíram aquedutos com até 800 km de extensão e creio eu que, com todo o avanço tecnológico de hoje, dê para levar água de um extremo do país a outro!
Precisaríamos, porém, de um governo decente, pois este do PT não deu conta nem de fazer a transposição do rio São Francisco, que era uma das vitrines do governo. Eles só criariam uma empresa estatal que serviria como cabide de emprego para a companheirada e para fazer barganha com a base aliada em um fisiologismo escancarado. Quando muito fariam alguns trechos superfaturados, claro!
Eu acredito que esta sugestão minha seja viável tecnologicamente, mas como não sou engenheiro pode ser que eu esteja enganado. Peço encarecidamente a algum engenheiro que me tire esta dúvida.

sábado, julho 19, 2014

Frase do dia!

Excelente frase do economista e colunista do jornal O Globo e da revista VEJA Rodrigo Constantino, que assim como eu, é um crítico ferrenho da senha regulatória dos nossos parlamentares e da crescente intromissão estatal em nossas vidas. Ainda pretendo fazer um post sobre este assunto:

"Muitos estão revoltados com o recesso parlamentar remunerado. Sou de opinião diferente. Acho que sairia mais barato para o país se pagássemos os deputados para ficarem em casa o ano inteiro, sem fazer nada, sem ter como dar vazão a esta obsessão legiferante que nos custa, sem dúvida, bem mais caro!"

sábado, junho 28, 2014

Link Recomendado: Questão Indígena

Caros leitores,
Está aí um blog que eu recomendo que se chama Questão Indígena, que mostra o absurdo da politica indigenista brasileira e denuncia o conluio entre FUNAI, CIMI, MP e ONGs, que estupram a Constituição acirrando conflitos entre índios e produtores rurais, levando insegurança jurídica ao meio rural. Confiram!

sexta-feira, junho 27, 2014

O difícil sonho do imóvel próprio!

Segundo reportagem no web-site da revista VEJA quem poderia compra um imóvel nos grandes centros por 100.000 reais, hoje só conseguiria compra um de 74.000 reais, valor que, diga-se de passagem, atualmente não compra nem um casa de dois cômodos num bairro periférico. A inflação e a alta nos preços dos imóveis tornaram mais difícil a tarefa de juntar dinheiro suficiente para dar uma entrada de ao menos 30% do valor de um imóvel novo, que é o porcentual geralmente exigido para se obter um financiamento no mercado. Só restam duas opções: se apertar em cubículos cada vez menores, mas pelo menos bem localizado, ou então morar nos cafundós do judas, mas com um pouco mais de espaço. Uma terceira opção seria ganhar na Mega-Sena, mas aí precisa ter sorte grande. Dureza!

E termina a primeira fase...

E terminou a primeira fase da Copa do Mundo de 2014. Dentro dos gramados, os jogadores fizeram bonito e terminaram esta fase com a maior média de gols desde a Copa de 70. Fora dele, tivemos alguns problemas, como por exemplo, a invasão de torcedores chilenos ao estádio do Maracanã, mas nada que tirasse o sono nem da FIFA nem do Comitê Organizador Local.
Tivemos surpresas pela eliminação precoce dos campeões mundiais Itália, Inglaterra e Espanha, e também pela classificação da Costa Rica e da Argélia às oitavas-de-final.
Agora são 16 classificados, sendo 6 europeus, 5 sul-americanos, 3 da América Central e do Norte e 2 africanos. A combinação de jogos fará com que ao menos um semifinalista seja sul-americano, já que nas quartas, o vencedor de Brasil x Chile pegará o vencedor de Colômbia x Uruguai. Creio eu que o Uruguai não será o mesmo sem seu principal jogador, Suárez, suspenso por 9 jogos depois da mordida no jogador italiano Chiellini,  e assim deverá cair diante da Colômbia. O Chile deve dar um pouco de trabalho para o Brasil, mas acredito que nossa seleção deverá passar às quartas. Eu tenho minhas dúvidas se a Seleção Canarinho consegue passar pela Colômbia, que apresentou um bom futebol na 1ª fase, vencendo as três partidas. 
Se não houver surpresas, Brasil, Colômbia, Argentina, França, Alemanha, Bélgica, Costa Rica e Holanda deverão se classificar para as quartas-de-final. Vamos aguardar os próximos dias desta emocionante Copa!

sexta-feira, junho 20, 2014

Surpresas da Copa

Quem diria que no dito grupo da morte da Copa, a seleção que era a menos cotada para se classificar, a Costa Rica, acabou passando às oitavas-de-final com uma rodada de antecipação, e de quebra mandou de volta para casa a Inglaterra, uma das favoritas. A Itália, que jogou tão bem contra a Inglaterra, desta vez não se acertou e ainda corre o risco de não se classificar, caso perca do Uruguai! São as surpresas do futebol...

quarta-feira, junho 18, 2014

A raposa vai tomar conta do galinheiro!

É uma pena Joaquim Barbosa ter deixado o posto de relator do processo do Mensalão. Tenho minhas críticas ao ministro, mas é inegável que Barbosa fez um trabalho louvável na condução deste processo. Agora quem irá assumir esta vaga é o Ministro Luís Roberto Barroso,  um dos que, absurdamente, absolveram José Dirceu e José Genoíno do crime de formação de quadrilha. Não é à toa que petistas estão comemorando este fato! Estou achando, sinceramente que logo logo os mensaleiros presos na Papuda vão sair da cadeia.

quarta-feira, junho 11, 2014

Fiquemos de olho em Brasília...

A Copa do Mundo está para começar, mas não devemos baixar nossa guarda, pois o PT sempre tira um coelho da cartola em momentos em que a população está distraída, seja com um grande evento esportivo, como esse, ou nas festas de fim de ano. Foi assim com o famigerado PNDH-3 e com o recente decreto n.º 8.243/2014, que são verdadeiros golpes contra o Estado Democrático e de Direito vigente no País.

sexta-feira, novembro 09, 2012

Comissão da UE quer banir livros que mostram imagens de família tradicional

Era só o que faltava: comissão da União Europeia quer banir das escolas de seus países membros livros que retratam famílias nos moldes tradicionais, com pais saindo para trabalhar e mães em casa cuidando dos filhos, sob a alegação de que expoem as crianças e adolescentes a estereótipos de gênero, o que poderia, segundo os iluminados membros da comissão, abalar a confiança das meninas e restringir seus horizontes profissionais. Isto significaria a retirada de clássicos infantis, como por exemplo, Peter Pan e Famous Five.

Livros que retratam tradicionais imagens de mães que cuidam de seus filhos ou pais saindo para trabalhar podem ser impedidos nas escolas de Bruxelas.

Um relatório da União Européia afirma que "os estereótipos de gênero" nas escolas influenciam a percepção da forma como meninos e meninas devem se comportar e  causam danos para futuras oportunidades profissionais para mulheres.

Críticos dizem que as propostas de materiais de estudo, a ser alterada para que homens e mulheres não sejam mais representados em seus papéis tradicionais, significaria a retirada de clássicos infantis como de Enid Blyton, Famous Five, Paddington Bear ou Peter Pan.

O documento, elaborado pela Comissão do Parlamento Europeu sobre os Direitos da Mulher e da Igualdade dos Gêneros, sugere também, a nível da União Européia, que  a legislação é necessária para enfrentar a maneira como as mulheres são representadas em publicidade durante os programas infantis de televisão.

Além disso, reclama do número de mulheres nos parlamentos da UE, e flutua a idéia de cotas fixas em uma proporção mínima de mulheres deputadas.

O relatório diz: "As crianças são confrontadas com estereótipos de gênero em uma idade muito jovem, através de uma série de televisão, anúncios de televisão, material de estudo e programas educacionais, influenciando sua percepção de como personagens masculinos e femininos devem se comportar”.

“Deverão ser introduzidos programas educacionais especiais e materiais de estudos em que homens e mulheres não são mais usados ​​em exemplos em seus "papéis tradicionais", com o homem como provedor familiar e da mulher como aquela que cuida dos filhos” .

O Famous Five e Peter Pan estão a serem analisados

O relatório acrescenta: "Estereótipos negativos (leia-se família tradicional) podem, portanto, ter uma influência significativa sobre a confiança das mulheres jovens e de auto-estima, especialmente em adolescentes, resultando em uma restrição de suas aspirações, opções e possibilidades de futuras possibilidades de carreira."

Chamando a "legislação" da UE para enfrentar o problema, a comissão recomenda: "Apesar do compromisso da UE para a igualdade entre homens e mulheres, ainda há uma lacuna na legislação que prevê a não discriminação contra as mulheres e a igualdade de gênero nas áreas de segurança social , a educação e os meios de comunicação, enfatiza a necessidade de nova legislação nestas áreas. "

O documento diz para a Comissão Européia "tomar a questão da igualdade de gênero em conta em todas as políticas".

Tim Aker, porta-voz da Get Out Grã-Bretanha, um grupo céptico a campanha, advertiu: "Se for dessa maneira que a UE quer, a milhões de jovens seriam negado o prazer de clássicos infantis, como leitura de Paddington Bear, Peter Pan porque esses livros mostram mães e pais nos chamados papéis tradicionais".

"A zona do euro está desmoronando, milhões estão sem trabalho e uma geração de jovens europeus enfrentam um futuro sombrio. No entanto, a UE está a gastar seu tempo se concentrando em como projetar socialmente as nossas crianças. Este relatório deve ser jogado fora de uma só vez". 

Junho O'Sullivan, diretor-executivo da London Early Years Foundation, também criticou os projetos de recomendações. "Nós não devemos confundir questões políticas com a forma como apresentamos o mundo para as crianças. O fato é que a maioria das mulheres assumem os papéis de cuidados familiares e a maioria dos homens quer sair para trabalhar ", disse ela.

“Você só precisa ficar nos portões da escola para ver isso. Estereótipos são tais, porque eles refletem uma situação de maioria. As crianças não são facilmente enganados , elas vêem o que vêem e nenhuma quantidade de manipulação de imagens vai mudar sua forma de pensar ".

As propostas do relatório da comissão não são susceptíveis de ganhar o apoio da Grã-Bretanha. Bruxelas foi forçada a adiar uma tentativa de definir uma cota legal para a proporção de mulheres nos conselhos de empresas mês passado, após a oposição do Reino Unido e alguns outros Estados membros.

A política defendida pela comissão de justiça da UE por Viviane Reding tornaria obrigatória para todas as empresas de capital aberto preencher 40 por cento dos assentos em seus conselhos com as mulheres até 2020 ou enfrentar pesadas multas.

Mas a oposição de vários países significou um adiamento de uma votação sobre o assunto no mês passado. Reding prometeu que ela não vai desistir em sua cruzada, no entanto, insiste:" A Europa tem muito a ganhar com a diversidade dos conselhos corporativos”.

Um porta-voz do escritório de Londres da Comissão Européia disse: "Isso é um absurdo. Bruxelas não tem poderes legais para intervir nos livros que estão disponíveis em escolas do Reino Unido, é uma questão para o Reino Unido e para as escolas”.

Brasil

por Cultura da Vida


terça-feira, outubro 16, 2012

Sobre o endeusamento de Joaquim Barbosa

No post anterior eu incluí o vídeo do mais recente programa de Olavo de Carvalho em que ele criticava a euforia pela condenação de políticos envolvidos no esquema do mensalão, em especial de José Dirceu, e o endeusamento dos ministros do STF, particularmente de Joaquim Barbosa, já que não fizeram mais do que sua obrigação, sem falar que o PT ainda continua praticando o fisiologismo mais escancarado para manter sua base aliada e se manter hegemônico.
Além disso eu acrescento que esse mesmo STF que condenou os petistas José Dirceu e José Genoíno é o mesmo que rasgou o artigo V da constiuição ao declarar a constitucionalidade das cotas racias (O Minstro Joaquim Barbosa, de forma arrogante, chegou a insinuar quem é contra as cotas o faz por ter interesses mesquinhos), e o mesmo que expulsou injustamente proprietários rurais de suas terras, que dela faziam uso há várias décadas, nos estados de RR e BA para entregar a índios teoricamente indefesos, ainda que sejam donos de 12% do terrotório nacional e já estejam bem aculturados.
Parece que o brasileiro tem memória curta mesmo....

domingo, outubro 14, 2012

Porque não devemos nos entusiasmar com as recentes punições aos mensaleiros

O filósofo e jornalista Olavo de Carvalho é um dos mais brilhantes intelectuais brasileiros da  atualidade. Polêmico e sem papas na língua, ele apresenta, semanalmente, um programa via internet em que tece comentários contundentes e bem fundamentados (embora possam parecer absurdos) sobre fatos recentes no Brasil e no mundo. Vale a pena conferí-los.
No programa desta semana, ele faz um alerta para que não nos entusiasmemos com as recentes condenações de réus no processo do Mensalão, já que em outros episódios  da história brasileira, como por exemplo, o impeachment do ex-presidente Fernando Collor, também houve uma comoção nacional e chegava-se a falar em "vitória do povo e da democracia", porém continuamos a conviver com a corrupção em todas as esferas de poder, sem falar no processo de degradação dos valores morais e éticos da sociedade que não deverá ser interrompido com este episódio. Assistam:


quarta-feira, maio 30, 2012

Aos vitoriosos de 64

Em 2002, antes portanto, de Lula assumir a presidência, o jornalista Janer Cristaldo já avisava sobre o processo de desmoralização e sucateamento das Forças Armadas, e que recentemente teve mais um capítulo com a criação da chamada "(C)omissão da Verdade" ( letra C está em destaque, já que a sua supressão deixa o nome mais condizente com as reais inteções da dita cuja acima).


Por Janer Cristaldo

 Os militares brasileiros costumam gabar-se de ter vencido o confronto que culminou com a chamada Revolução de 64. Graças à ação das Forças Armadas, foram derrotados os comunistas e compagnons de route que tentavam transformar o país em uma Cuba meridional. Três décadas depois, cabe a pergunta: foram?

Nunca foi tão pobre e minguado um 7 de Setembro no Brasil. Na capital federal, por escassez de combustível, apenas quatro blindados fizeram parte do desfile. O grupamento da Força Aérea Brasileira deixou os aviões estacionados e seus pilotos desfilaram a pé. Tampouco houve o tradicional sobrevôo de caças. Já no 25 de agosto, dia do soldado, faltou grana até para o coquetel de praxe e o desfile militar foi cancelado.

Faltasse verba apenas para comemorações, não seria tão grave. Mas as Forças Armadas avisaram o Tribunal Superior Eleitoral que nestas eleições não será fácil atender os pedidos de envio de tropas aos Estados diante da liberação antecipada de 44 mil recrutas no final de julho passado. Esta dispensa foi causada por cortes no Orçamento determinados pelo governo federal. Há algum tempo, os quartéis vinham liberando os recrutas para comerem em casa, já que o rancho andava escasso.

Enquanto o Exército nacional não tem verba sequer para alimentar seus soldados, o presidente Fernando Henrique Cardoso assina uma medida provisória que amplia a definição e os direitos dos anistiados políticos. Servidores públicos civis que foram punidos por adesão a greve serão reintegrados a seus cargos. Políticos, civis e militares que já haviam sido readmitidos poderão pedir indenização financeira à União – hipótese que era vedada na regulamentação da anistia do ano passado. As esquerdas e simpatizantes, que vivem protestando contra o arbítrio das medidas provisórias, contra esta certamente não terão objeções.

Em fevereiro deste ano, a Comissão de Anistia já havia aprovado concessão de indenização de R$ 59,4 mil para o presidente do PT, deputado José Dirceu, por ter sido obrigado a abandonar o País por onze anos, no regime militar. "O Estado brasileiro cassou minha nacionalidade e me baniu do País", afirmou o petista que, entre outras façanhas, trabalhou para os serviços de inteligência cubanos. A verdade é bastante diferente: José Dirceu era preso político e saiu do país em 1969 com mais 14 pessoas em troca da liberdade do embaixador norte-americano Charles Elbrick, seqüestrado por um grupo ligado ao MR-8. Saiu porque quis e mediante outra ação criminosa.

Na época, 2.600 esquerdistas foram beneficiados e sete mil outros pedidos esperavam decisão da comissão. Pela nova regra, passaram a ter direito ao benefício civis e militares atingidos por medidas de exceção desde o início da década de 30 até a promulgação da atual Constituição, em 1988. Ou seja, os pilotos da Força Aérea, marinheiros e fuzileiros navais que em 1964 atentaram contra a nação, serão agora regiamente recompensados por sua desobediência à hierarquia militar. O valor das indenizações pode ser de até R$ 100 mil e a pensão especial mensal de até R$ 10,8 mil – maior salário que pode ser pago com recursos da União. A expectativa do presidente da comissão, no início deste ano, era de que pelo menos 40 mil pessoas apresentassem requerimentos. Mesmo os punidos que não conseguirem provar vínculo com atividade laboral, serão contemplados com 30 salários mínimos para cada ano da punição.

E as vítimas do terror? Cerca de 120 militares foram mortos por militantes de esquerda durante o regime militar. Em janeiro de 2001, o presidente da República em exercício, Marco Maciel, enviou ao Congresso Nacional quatro projetos de lei concedendo pensão especial a vítimas de violência política durante o governo militar. O único vivo a ser beneficiado com uma pensão de R$ 500,00 foi o ex-piloto Orlando Lovecchio Filho, que, em março de 1968 perdeu uma perna, na explosão de uma bomba colocada no Consulado americano, em São Paulo. Lovecchio, que na época tinha 22 anos, estava prestes a tirar o brevê de piloto comercial. Não teve só a perna amputada, mas também sua carreira. Sérgio Ferro, o terrorista que colocou a bomba, vive hoje em Paris, a capital preferida de nove entre dez defensores do proletariado.

Segundo o então secretário de Estado dos Direitos Humanos, José Gregori, a medida não contemplaria os 120 militares mortos, já que eram partes envolvidas em conflito. Além de Lovecchio, abrangeu os herdeiros de mais duas pessoas mortas pelo terror. De carona, entraram no projeto os herdeiros de frei Tito de Alencar Lima, que se suicidou na França em 1974. O suicídio foi debitado a perturbações mentais em decorrência das agressões sofridas em dependências policiais.

Leio no site da Secretaria de Assuntos Legislativos do Congresso, que até junho passado o projeto de indenização a Lovecchio ainda não havia sido aprovado. Quanto à primeira leva de anistiados, estes há muito estão gozando as benesses do regime que pretendiam derrubar. Se terroristas são recompensados, nada mais justo que suas vítimas também o sejam, este é o primeiro raciocínio que nos ocorre. Mas se pensarmos um pouco adiante, logo se revela a ironia da situação. O terror mata e o Estado paga. Traduzindo melhor: o terror mata e você, contribuinte, paga. Pois o Estado nunca paga coisa alguma. Quem paga somos nós.

Foram derrotados os comunistas? O que vemos são seus líderes em prosa e verso cantados, na literatura e no ensino nacionais, ostentando aura de heróis, dando nomes a salas, ruas e rodovias e gozando de gordas aposentadorias. Os militares, que se pretendem vencedores, foram jogados à famosa lata de lixo da História e relegados ao papel de vilões.

Enquanto seu Exército não tem verba sequer para pagar o rancho de recrutas e sua Força Aérea desfila a pé, aos vitoriosos de 64 Fernando Henrique Cardoso confere honras, glória e gordas aposentadorias.

- 09/09/2002

sábado, maio 26, 2012

Cineasta também e gente!

Por Janer Cristaldo
cristaldo.blogspot.com 

Quando ouço falar em cultura, puxo o revólver – teria dito Goebbels. De minha parte, quando ouço falar em cultura nacional, tenho vontade de chamar a polícia. Não chamo porque não vai adiantar nada mesmo. Ainda há pouco, eu falava das corrupções perfeitamente legais. Aquelas das quais ninguém fala, encontradiças no mundo acadêmico e artístico. Artes, no Brasil, virou uma questão de Estado.

Há milhares de escritores que ninguém leria – a começar pelo Machadinho – vendendo milhões de exemplares porque o Estado os empurra nos currículos. Mais milhares de atores encenando peças graças à lei Rouanet. Mas dezenas, senão centenas de cineastas fazendo filmes com o dinheiro do contribuinte. Os filmes não precisam vender. Não precisam nem mesmo ser vistos. O que importa é que o cineasta receba o seu. Claro que os beneficiários de tais benesses não podem dizer a menor palavrinha contra o governo. Stalin sabia disto e cultivava carinhosamente seu plantel de escritores e cineastas.

Leis para isso é o que não falta: lei Rouanet, Lei Mendonça, lei do Audiovisual, Fazcultura, e por aí vai. Por cultura, de modo geral, entendem os pedintes espetáculos, filmes ou publicações ligados ao show business, todos com finalidades lucrativas. É como se o artista - ou agente cultural, como parece soar melhor - mandasse um recado ao contribuinte: "em nome da cultura, me repassa teus impostos, que eu quero passar bem".

Fernando Collor de Mello, o Breve, pode não ter agradado as estruturas nacionais de poder. Mas no dia de sua posse, em 1990, deu uma grande alegria, não só a mim como a todos os contribuintes do país: extinguiu a Embrafilme. De uma penada, acabou com a festa de um setor privado que adora o conforto garantido com o dinheiro do Estado. Isto é, com o dinheiro nosso, já que Estado nada produz e nada ganha. Entre outras, esta terá sido uma das razões de sua queda. A gigolagem cinematográfica permaneceu quatro anos em jejum, mas não perdeu a vocação. Em 1994, através da Lei do Audiovisual, meteram de novo a mão no bolso de quem ganha honestamente seu sustento. O mecenato é tão atraente, que até as redes televisivas já pensam em também meter a mão nesse bolso inexaurível, o do povo, para produzir suas baixarias.

No governo Lula, os gigolôs se tornaram ainda mais ousados. Através do decreto 4.945, publicado na calada do réveillon de 2003, cada uma das 1800 salas de exibição do país foram obrigadas a dedicar 63 dias de sua programação ao cinema nacional. Em 2003, os dias de exibição obrigatória eram 35. A gigolagem conseguiu revogar essa reacionária lei da oferta e da procura para enfiar goela abaixo do espectador seus abacaxis. O que sobra do mercado é reserva dos abacaxis americanos. Só por milagre você hoje consegue ver um filme alemão, italiano ou finlandês.

Em fevereiro de 2010, comentei o projeto de lei do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que estava então prestes a ser examinado na Comissão de Educação do Senado, propondo que os estudantes brasileiros das escolas públicas e privadas assistissem no período de um mês a pelos menos duas horas de filmes nacionais. A medida é de caráter obrigatório.

Rosalba Ciarlini, senadora do DEM, partido tão venal como o PT, deu na época dois pareceres totalmente diferentes sobre o projeto. Em maio daquele ano, defendeu sua rejeição. “Esse tipo de norma, por sua rigidez, conquanto possa servir a interesses diversos e estranhos à escola, pouco ou nada contribui para a melhoria do ensino. Ao contrário, pode diminuir a margem de autonomia e de flexibilidade dos estabelecimentos de ensino".

Em novembro, por ocasião do lançamento de O Filho do Brasil, hagiológio ao analfabeto-mor, a senadora só teve elogios para a proposta, sob a alegação de que a obrigatoriedade das escolas exibirem filmes nacionais "será benéfica para ambos, estudantes e indústria cinematográfica. A produção nacional, com raras exceções, tem qualidade plástica e conteudista irretorquível, diversidade temática e de público-alvo". O que a senadora propunha, no fundo, era a exibição obrigatória de uma ficção sobre o presidente mais analfabeto, mais incoerente, mais mentiroso, mais corrupto e o maior acobertador da corrupção que o Brasil jamais teve em seus dias de república. Mesmo assim, o filme de louvor a Lula deu com os burros n'água.

Pois bem, o projeto infame de Cristóvão Buarque foi agora examinado na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. E acaba de ser aprovado. Segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara. Onde obviamente será também aprovado.

As artes nacionais, de tão excelentes, vivem hoje de esmolas do poder. Tanto escritores como cineastas, artistas plásticos, atores de teatros, são humildes pedintes de verbas governamentais, que estendem o chapéu ao Planalto. Desde há quatro décadas, não assisto cinema nem teatro nacionais. Poderia eventualmente assistir. Mas além de ingresso gratuito, quero limusine na porta de casa. Afinal, se há anos venho financiando estes parasitas com meus impostos, sem limusine nada feito. E mesmo com limusine, sei lá! Tampouco leio autor cuja leitura seja obrigatória nas escolas. Quer dizer: não leio praticamente nada da literatura que se faz no Brasil.

Esta corrupção, com patrocínio do Legislativo, jornal algum denuncia. Os jornais são cúmplices. Suas páginas abrigam e louvam escritores, atores e artistas que são gigolôs do poder. Que nada valem por suas obras e que só são conhecidos porque impostos a um público indefeso. A União Soviética morreu há duas décadas. E o Brasil continua financiando escritores e artistas venais, como faziam os comunistas no século passado.

A meu ver, o projeto do senador Cristovam Buarque é tímido. Bem que podia ir mais longe. Mais duas horas obrigatórias de teatro nacional. Mais outras duas de Rede Globo. Mais outras tantas de Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil. Mais duas de Xuxa e Sílvio Santos. E mais duas – por que não? – de Edir Macedo e R. R. Soares. Isto é Brasil. Isto é brasilidade. Isto é cultura nacional.

Nem só negros querem cotas. Cineasta também é gente.

terça-feira, maio 22, 2012

É hora da Congresso Nacional impedir o golpismo que existe por trás da pressão para Dilma vetar o Código Florestal.

Texto retirado do blog Coturno Noturno

"Hoje, os ex-ministros do Meio Ambiente que construíram, ao longo dos anos, a insegurança jurídica que oprime mais de 5 milhões de produtores rurais assinam um artigo na Folha de São Paulo em que ameaçam a presidente da República, querendo jogar no lixo o esforço e o trabalho do Congresso Nacional na construção de uma nova lei que pacifica o campo brasileiro. Diz o Forum de ex-Ministros do Meio Ambiente, no encerramento do artigo, eivado de mentiras que vêm sendo sistematicamente reproduzidas:
Para tanto, a partir da experiência acumulada no serviço público ao longo de tantos anos, assim como da diversidade de seus membros, o fórum se coloca à disposição para apoiar, da forma que for julgada mais oportuna, a elaboração e tramitação no Legislativo de uma proposta que vise uma política florestal sustentável -e que, portanto, valorize as funções de conservação, de recuperação e de uso econômico do capital natural associado às nossas florestas. 
O que está escrito acima é um golpe no Congresso Nacional. É a tentativa de desqualificar o trabalho de homens dignos como Aldo Rebelo e Moacir Mecheletto. É um ataque frontal à democracia. É uma ameaça ao estado de direito. É destinar ao Parlamento um papel secundário, como de fato foi dado ao longo dos anos na produção de centenas de decretos e medidas provisórias que afundam o Brasil Rural na mais profunda insegurança jurídica. Com a palavra, os parlamentares. Defendam o país, defendam a nossa soberania, defendam o Estado Democrático de Direito. Ou calem-se para sempre, não porque queiram, mas porque serão calados. "

sábado, maio 05, 2012

O que querem dizer os ambientalistas...

Quando os ambientalistas, e os idiotas úteis que os seguem dizem "Vete tudo Dilma" referindo-se ao novo Código Florestal, eles querem dizer: . "Presidente Dilma, empurre milhares de pequenos produtores rurais para as favelas das grandes e torne-os dependentes dos programas sociais do governo . "Presidente Dilma, encareça a comida que chega ao prato do brasileiro" . "Presidente Dilma, impeça que o Brasil continue sendo o celeiro do mundo, para a alegria dos agricultores europeus e norte-americanos" . "Presidente Dilma, entregue a soberania do Brasil às ONGs estrangeiras"

Querem que a Dilma vete o novo Código Florestal?

Este post é para a turma fica emprenhando pelos ouvidos com as ONGs ambientalistas estrangeiras que querem fazendas no 1° mundo e florestas aqui e espalham um monte de mentiras a respeito do novo Código Florestal recentemente aprovado pelo Congresso. Vejam abaixo o depoimento de duas pequenas produtoras rurais que foram da indústria de multas em que se tornou o IBAMA durante o período em que a senadora Marina Silva esteve no Minstério do Meio Ambiente. O veto da presidente Dilma prejudicará milhares de pequenos produtores, como Dona Almerita e Dona Francisca, que serão empurradas à miséria. Entederam agora?


terça-feira, agosto 31, 2010

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Um tapa na orelha

O vídeo abaixo é parte de um documentário que mostra índios na Amazônia enterrando crianças vivas. É costume em certas tribos se fazer isso com crianças que nascem com defeitos físicos, ou mesmo em gêmeos, considerados amaldiçoados. As cenas são fortes e doem como um tapa na orelha de quem ainda carrega aquela visão romântica, aprendida no ensino primário, de índios vivendo em paz e harmonia.
Se depender dessa raça detestável de antropólogos e burocratas da FUNAI, a matança vai continuar porque, segundo eles, é parte de suas culturas.
As legendas estão em inglês, porém segue abaixo as traduções e o tempo em que aparece no vídeo.

1:30 -> "_Não! Pare! Eu vou cuidar dele"
1:58 -> "_Não! Por favor, pare!"
2:42 -> "_Traga-a de volta! Ela tem que morrer pelo bem da tribo!"
2:51 -> "_Ela cavou um buraco, e colocou ele lá. Jogou terra e pisou em cima! Chorou a noite toda, e continou chorando e morreu no dia seguinte!
3:04 -> "_O menino que foi enterrado vivo era filho de minha irmã. Eu queria desenterrá-lo, mas meu povo não o queria" (
3:20 -> "_Fiquei tão triste porque eles o enterraram. Eu quis morrer com ele"
3:28 -> "Estamos fazendo este filme por causa das crianças"
3:32 -> "Todo ano, centenas de crianças são enterradas vivas na Amazônia. Esta é a história de uma que sobreviveu, Hakani"

http://www.youtube.com/watch?v=zd9JpVxiz9E