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segunda-feira, setembro 01, 2014

Mais um absurdo de um país surreal

Quando penso que eu já vi de tudo, aparece mais uma notícia que me deixou boquiaberto! Fico pensando como que uma cidade possui boa parte de seu território dominado por traficantes pode ser sede de uma Olimpíada! Se uma notícia dessa sai em algum veículo de imprensa estrangeira, imaginem o espanto que acometeria seus leitores! No entanto, parece que já estamos tão acostumados com tais absurdos que isto nem nos causa mais indignação!
Dellano,

Bandidos agem em 16 estações e expulsam os funcionários da SuperVia

‘‘Aqui, nesta estação, ninguém paga passagem, a entrada é liberada. A venda de drogas, também. A única regra é chegar e sair calado’’. A informação, dada por um passageiro de trem, corresponde ao que acontece numa parte da malha ferroviária da SuperVia, um sistema de transporte público fundamental para uma grande parcela da população fluminense, no qual viajam cerca de 620 mil pessoas por dia. Hoje, o tráfico atua livremente em 16 estações de trem.
A situação chegou a tal ponto que, em uma das paradas — a estação Tancredo Neves, no ramal de Santa Cruz —, não há mais funcionários da concessionária, que foram expulsos por bandidos: o tráfico tem o controle de toda a plataforma. Ali, traficantes circulam armados e vendem drogas em locais onde deveriam estar trabalhando bilheteiros, seguranças e operadores de tráfego.
A reportagem do GLOBO passou uma semana viajando pelo sistema ferroviário e registrou a movimentação de traficantes e usuários de drogas em 43 pontos. Os problemas mais graves ocorrem nos ramais de Santa Cruz e Belford Roxo, que, juntos, recebem 128 mil passageiros por dia. No primeiro, pelo menos seis áreas ao longo da via férrea estão dominadas por facções criminosas. Nas estações de Magalhães Bastos e Tancredo Neves, a venda e o consumo de maconha, cocaína e crack acontecem no meio das plataformas, sem qualquer repressão.
“Tem pó de cinco e de dez’’, anunciava, aos berros, um dos 20 traficantes que, na tarde da última quarta-feira, circulavam pela estação Tancredo Neves, onde, pelos cálculos da Supervia, cerca de 1.600 passageiros embarcam e desembarcam diariamente. É a penúltima parada para quem começou uma viagem de aproximadamente duas horas na Central do Brasil. Cápsulas de cocaína, já vazias, podem ser vistas pelo chão da plataforma.
Em geral, a droga é consumida perto dos trilhos por dezenas de usuários de droga. A cena provoca medo. Trabalhadores que usam a estação caminham para suas casas de cabeça baixa, evitando olhar para os traficantes, a maioria jovens, que, com radiotransmissores, observam o vaivém.
— Realmente não temos mais funcionários ali. Estamos seguindo orientações da Secretaria estadual de Segurança para não entrarmos em confronto com o tráfico. Vamos nos manter o mais distante possível até as autoridades policiais tomarem uma providência — diz o presidente da SuperVia, Carlos José Cunha.
No ramal de Belford Roxo, traficantes atuam em pelo menos dez estações. Em alguns pontos, foram erguidos barracos a poucos metros dos trilhos, que, durante o dia, são bocas de fumo, e, à noite, viram abrigos para os dependentes — que não deixam mais a malha ferroviária depois que escurece. Há adolescentes, idosos e até mulheres grávidas se drogando o tempo todo. A disputa por passageiros é grande: de um lado, traficantes tentam atrair potenciais clientes mostrando trouxinhas de maconha, pedras de crack e papelotes de cocaína; de outro, evangélicos gritam “aleluia” e entregam panfletos com endereços de suas igrejas, prometendo a salvação para os viciados.
Segundo a SuperVia, o problema está se agravando. Nos ramais de Santa Cruz e Belford Roxo, existem mais de 150 buracos nos muros ao longo das linhas férreas, abertos por bandidos para facilitar o entra e sai de dependentes e as fugas durante eventuais operações de combate ao tráfico. A concessionária informa que monitora as passagens abertas irregularmente e fecha, em média, quatro por mês. Porém, destaca que traficantes voltam a abrir buracos horas depois. É perto dessas aberturas nos muros que acontecem feiras de crack, maconha e cocaína. Com radiotransmissores, bandidos vigiam quem se aproxima e, dependendo das vendas, ordenam novos abastecimentos de drogas, que chegam em sacolas.
A concessionária que explora o sistema ferroviário calcula que cerca de 40 mil pessoas usam os buracos abertos pelo tráfico e acessam estações sem pagar passagem. O fluxo faz com que, diariamente, R$ 128 mil deixem de ser arrecadados nas bilheterias. Por ano, o valor que passa longe dos caixas gira em torno de R$ 46 milhões.
— São recursos que perdemos e que poderiam ser investidos na modernização das linhas e no conforto dos passageiros — afirma o presidente da SuperVia.
A Secretaria estadual de Segurança diz, por meio de sua assessoria de imprensa, que relatou à Polícia Militar os problemas apontados pela reportagem. Em nota, a PM garante que faz operações regulares na malha ferroviária. A corporação destaca que, de janeiro a julho deste ano, policiais do 27º BPM (Santa Cruz) detiveram 51 pessoas na Favela de Antares, que fica nos arredores da Estação Tancredo Neves, e apreenderam 28kg de cocaína, 2.913 sacolés de cocaína, 3.483 pedras de crack e 29 frascos de cheirinho da loló, além de 613 gramas de haxixe. Foram encontradas ainda 12 pistolas, uma espingarda e uma réplica de metralhadora.
Ainda de acordo com a PM, equipes do Grupamento de Policiamento Ferroviário da PM trabalham em plataformas e dentro dos trens. Este mês, 162 foram detidas no sistema ferroviário, diz a corporação.
Problema já existia em 1997
Uma reportagem do GLOBO de 1997, intitulada “O expresso do pó”, já alertava, há 17 anos, para o problema do tráfico na via férrea. Naquele ano, bandidos atuavam em um terço das 90 estações espalhadas por 274 quilômetros da malha ferroviária. Os maiores problemas eram registrados em estações como a de Vieira Fazenda, ao lado da Favela de Jacarezinho, onde criminosos haviam arrancado as roletas, ordenando aos bilheteiros que fossem embora e transformando o lugar numa boca de fumo. A venda de maconha e cocaína acontecia sem repressão. Além disso, criminosos circulavam armados pelos vagões.
Em 2007, O GLOBO publicou nova reportagem, mostrando que, além da capital, o tráfico já atuava na linha férrea em outros dez municípios. Na cidade do Rio, a estação perto do Jacarezinho continuava com venda de drogas, e crianças e adolescentes eram os principais consumidores.
Rotina marcada pelo medo
Em diversas estações no ramal de Santa Cruz e Belford Roxo, são traficantes com radiotransmissores que ditam as regras, deixando assustados passageiros e funcionários da SuperVia.
— Alguns marginais vão diretamente à cabine e exigem que a gente mude a frequência do rádio para que possam usar a nossa (para ter informações sobre a circulação dos trens e saber se a SuperVia está acionando a PM). Assim, ficamos sem comunicação para receber dados sobre liberação de vias, entre outros — conta um maquinista.
Passageiros dizem que usuários de drogas e traficantes circulam pelos vagões.
— Outro dia um rapaz começou a cheirar cocaína do meu lado e do meu neto de 9 anos — conta um passageiro.
Sem fiscalização, uso de drogas é comum dentro dos vagões
Uma manicure que utiliza o ramal Santa Cruz de segunda a sexta-feira se diz aterrorizada pela falta de segurança dentro dos trens:
— Todos os dias, tanto viciados quanto traficantes sobem e descem na minha estação. Não existe qualquer tipo de fiscalização. Os trens agora são lugares inseguros, porque viajam neles pessoas que roubariam e matariam para poder usar drogas.
Outra passageira que sofre com o tráfico nas estações é uma costureira também usuária do ramal Santa Cruz. Ela conta que, ao entrar num vagão na estação de Santíssimo, um rapaz se sentou ao seu lado para cheirar cocaína:
— Ele não tinha mais do que 15 anos. Logo que ele começou a cheirar, um segurança entrou no vagão para adverti-lo. Mas pouco depois um outro menino, traficante, entrou e perguntou ao segurança se ele ia incomodar seu cliente. O segurança apenas respondeu que não, deu meia-volta e foi embora. Eu então saí e troquei de vagão.
Fonte: O Globo.

terça-feira, agosto 26, 2014

Burocratas mais uma vez infernizando o cotidiano de cidadãos e empresas!

No mundo inteiro, a sensação que se tem é que burocratas têm como finalidade precípua, infernizar a vida de cidadãos e empresas com regulações estúpidas. Dois fatos recentes, um na Europa, outro no Brasil corroboram a tese de que agentes estatais só existem para atrapalhar.
A primeira notícia, é que uma decisão da Comissão Europeia -  órgão executivo da União Europeia - proíbe, a partir de 1° de setembro deste ano, a venda e a importação de aspiradores de pó com motores cuja potência seja superior a 1600W. Esta decisão, que, segundo esta comissão, tem por objetivo retardar as mudanças climáticas através da redução no consumo de energia elétrica na UE, tem sido muito criticada por associações de consumidores porque a maioria dos aspiradores mais bem avaliados possuem potência superior a este limite e que a economia de energia gerada por aspiradores menos potente é pouco significativa. Uma associação britânica de consumidores recomenda que seus concidadãos comprem logo estes modelos mais potentes antes que eles saiam do mercado. Algo parecido com o que ocorreu, com o banimento das lâmpadas incandescentes, quando muitos consumidores fizeram estoques antes da proibição.
Em nome da luta contra um suposto aquecimento global, os europeus estão cada vez mais reféns dos desmandos dos burocratas de Bruxelas. 
A segunda notícia é que a Receita Federal no Brasil decidiu que irá cobrar impostos para aluguel de datacenters no exterior. Mais uma medida protecionista do órgão mais fascista da Administração Pública Federal e que têm como meta sugar financeiramente cidadãos e empresas até o limite. Notícias como esta, mostram o inferno que é ser empreendedor no Brasil. Além de enfrentar toda uma via-crúcis para se abrir uma empresa, e encarar uma legislação trabalhista arcaica, o empresário brasileiro pode ver todo um planejamento de meses indo por água abaixo por causa de regras que mudam o tempo todo. 
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quarta-feira, julho 30, 2014

Não dá para construir aquedutos no Brasil?

Num país de dimensões continentais como o Brasil, é comum chover bastante em um local ao mesmo tempo em que em outros enfrentam estiagens severas.
Tendo em vista o cenário acima, eu me pergunto se não é possível construir aquedutos interligando todas as regiões brasileiras, de modo que seja possível levar água onde esteja em excesso para onde ela está faltando. Por exemplo, neste momento, o Sudeste está enfrentando a maior seca dos últimos 40 anos e muitos municípios já estão com racionamento de água, ao passo que estados da região Sul e Norte sofrem com o excesso de chuvas. Deveria ser possível levar água de rios e represas do Norte e do Sul do Brasil, que estão cheios, para o Estado de SP, já que alguns cursos d'água deste estado estão quase secos.
Há 2000 anos os romanos construíram aquedutos com até 800 km de extensão e creio eu que, com todo o avanço tecnológico de hoje, dê para levar água de um extremo do país a outro!
Precisaríamos, porém, de um governo decente, pois este do PT não deu conta nem de fazer a transposição do rio São Francisco, que era uma das vitrines do governo. Eles só criariam uma empresa estatal que serviria como cabide de emprego para a companheirada e para fazer barganha com a base aliada em um fisiologismo escancarado. Quando muito fariam alguns trechos superfaturados, claro!
Eu acredito que esta sugestão minha seja viável tecnologicamente, mas como não sou engenheiro pode ser que eu esteja enganado. Peço encarecidamente a algum engenheiro que me tire esta dúvida.

sábado, junho 28, 2014

Link Recomendado: Questão Indígena

Caros leitores,
Está aí um blog que eu recomendo que se chama Questão Indígena, que mostra o absurdo da politica indigenista brasileira e denuncia o conluio entre FUNAI, CIMI, MP e ONGs, que estupram a Constituição acirrando conflitos entre índios e produtores rurais, levando insegurança jurídica ao meio rural. Confiram!

sexta-feira, junho 27, 2014

O difícil sonho do imóvel próprio!

Segundo reportagem no web-site da revista VEJA quem poderia compra um imóvel nos grandes centros por 100.000 reais, hoje só conseguiria compra um de 74.000 reais, valor que, diga-se de passagem, atualmente não compra nem um casa de dois cômodos num bairro periférico. A inflação e a alta nos preços dos imóveis tornaram mais difícil a tarefa de juntar dinheiro suficiente para dar uma entrada de ao menos 30% do valor de um imóvel novo, que é o porcentual geralmente exigido para se obter um financiamento no mercado. Só restam duas opções: se apertar em cubículos cada vez menores, mas pelo menos bem localizado, ou então morar nos cafundós do judas, mas com um pouco mais de espaço. Uma terceira opção seria ganhar na Mega-Sena, mas aí precisa ter sorte grande. Dureza!

sábado, novembro 10, 2007

Duas caras detonando o esquerdismo!

Hoje vou falar sobre a novela das 9, "Duas Caras". Devem estar estranhando eu discorrer sobre este assunto. Poderia falar, por exemplo, sobre o filme "Tropa de Elite", porém, somente o assisti duas semanas após sua estréia no cinema, nesse interim, outros blogs mais conceituados com o meu como o de Rodrigo Constantino e do jornalista Reinaldo Azevedo já continham artigos que tabmém expressam minha opinião sobre o filme. Mais precisamente, vou comentar sobre o capítulo de ontem (06/11) que mostra o desfecho da invasão de estudantes de esquerda e ativistas de movimentos sociais à fictícia Universidade Pessoa de Moraes comandada pela personagem Branca, interpretada por Suzana Vieira.

As cenas de ontem mostraram o caráter hipócrita e baderneiro dos estudantes que reivindicavam, na base do vandalismo e da chantagem, a participação nas eleições para reitor. Sem falar no discurso extremamente retrógrado (e devidamente ironizado por Branca) dos líderes do movimento estudantil, que chegam até citar Lênin. (credo!). A dirigente da universidade ironiza mais uma vez os estudantes rebelados, ao dizer a eles que eles planejam fazer a revolução enquanto tomam cerveja em um bar (mais ou menos isso, foi o que ela disse).

Apesar de a novela ser apenas entretenimento, gostei da forma como o autor de “Duas Caras”, Aguinaldo Silva, mostra o movimento estudantil, pois percebe-se o caráter antidemocrático do mesmo. Gostei também da forma como a personagem branca agiu, desqualificando o discurso hipócrita e fanfarrão dos estudantes. Ainda, no capítulo, de ontem, pôde-se perceber que Aguinaldo não se dobra facilmente à praga do discurso politicamente correto, na cena em que a cunhada de Branca e sua irmã, ao virem militantes de um tal “Movimento dos Sem Casa”, saírem da universidade em ônibus fretados pela Prefeitura do Rio. Daí uma pergunta a outra: “quem paga esses ônibus?” e ambas respondem em coro: “A elite!!”, mais uma alfinetada na militância esquerdista.

Esta novela está saindo melhor que a encomenda! Vamos acompanhar os próximos capítulos para ver o que sai daí.

sábado, setembro 29, 2007

Maldita raça branca!

Na semana passada o escritor e jornalista Janer Cristaldo escreveu em seu blog o seguinte artigo, o qual tomo a liberdade de reproduzí-lo abaixo: (faço meus comentários a seguir)

ABAIXO OS BRANCOS PERVERSOS!


"A CPMF é assunto de branco que não quer pagar imposto, para que o povo perca o Bolsa Família. Se acabar a CPMF, acaba o Bolsa Família", disse ontem um dos personagens mais repulsivos da política nacional, o deputado federal e ex-ministro Ciro Gomes.

Como se não gostar de pagar impostos dependesse da cor da pele. Imagine se alguém dissesse que IPTU é assunto de negro que não quer pagar imposto. Seria imediatamente incurso em crime de racismo. Gomes esquece que as favelas são habitadas majoritariamente por negros, para os quais sequer passa pela cabeça a idéia de pagar IPTU ou taxas de água e luz.

Pelo jeito, todos os males do país têm sua origem nos brancos. Quem não lembra das declarações do ex-governador de São Paulo, Cláudio Lembo, sobre a violência no Estado? Disse Lembo que o problema só seria resolvido quando a "minoria branca" mudasse sua mentalidade. "Nós temos uma burguesia muito má, uma minoria branca muito perversa", afirmou.

Sobre o movimento Cansei, nascido em protesto contra a crise no setor aéreo, a violência e a corrupção, declarou que era movimento de "um pequeno segmento da elite branca' nascido em Campos do Jordão.

Se a moda pega, em breve teremos faixas e muros pintados propondo, como solução dos problemas nacionais, a morte dos brancos.


Quanto a este último parágrafo, não duvido nada de que quando isto ocorrer, grande parte de nossos "intelecutais" de esquerda, aplaudirá de pé esta iniciativa, hajam visto os esforços empreendidos por estes para demonizar os brancos, como sendo responsáveis pelas mazelas do mundo.
Como se não bastasse todas essas asneiras proferidas por nossos políticas, a intelectualha esquerdista quer imputar aos brancos uma espécie de pecado original, por estes serem descendentes dos colonizadores europeus que escravizaram os índios e os negros. Estes esquecem, que a própria História nos ensina que a escravidão africana foi uma cooperação entre europeus e africanos, já que estes últimos estavam sempre guerreando entre si, e os vencedores escravizavam os vencidos e os vendiam aos europeus. Quanto aos povos americanos, que aqui já estavam antes da chegada dos europeus, muitos praticavam atos, hoje vistos como repugnantes, como por exemplo, canibalismo, infanticídio, sacrifícios humanos. Portanto, aquela visão idílica que tentaram nos passar, de que índios e negros viviam em paz e harmonia, e daí chegou o colonizador europeu malvado, que na sua ganância acabou com tudo, é inteiramente equivocada.
Como remédio para todas essas injustiças do passado, eles propõem as famigeradas "ações afirmativas", com o intuito de reduzir as diferenças sócio-econômicas entre brancos e não-brancos, mas que são também uma outra injustiça e não produzem o efeito desejado, além de ser uma forma de preconceito, pois passa uma idéia de que os últimos são incapazes e só conseguirão progredir com uma força do Estado.
Precisamos combater as idéias dessa gente que só quer semear discórdia e alimentar ódio entre irmãos. Parece até que querem provocar uma guerra civil! Difícil é entender porque tanta gente ainda dá ouvidos para esses energúmenos!

A Falácia da CPMF

Ultimamente um dos assuntos que têm mais dado debate no País é a prorrogação da CPMF, o maldito imposto que era para ser provisório, mas que se depender de nossos governos se tornará permanente. Neste caso, porém o que mais tem me chamado a atenção são os argumentos disparatados dos defensores de sua prorogação, que afirmam que só uma parcela mais rica da população que paga o dito tributo, que este é um instrumento de justiça social, que sem ele o Bolsa Família estará ameaçado, e outras bobagens! O deputado federal e ex-ministro Ciro Gomes chegou às raias da demência ao dizer que "A CPMF é assunto de branco que não quer pagar imposto, para que o povo perca o Bolsa Família. Se acabar a CPMF, acaba o Bolsa Família". Esta afirmação mostra que não há limites para a imbecilidade humana!
Bom, mas vamos agora, aos fatos sobre a CPMF. Primeiro, é um imposto extremamente maligno porque penaliza toda a cadeia produtiva. Cada vez que o dinheiro se movimenta de um lugar para o outro, é taxado, portanto na prática, paga-se muito mais do que sua alíquota de 0,38%. Quanto a dizer que os pobres não pagam esse imposto porque não tem conta em banco, é uma mentira cabeluda, porque estes, pagam sim e muito. O imposto está lá embutidinho no preço do arroz, do leite, pois para cada um desses produtos, paga-se o tributo em cada uma das etapas que compõem sua cadeia produtiva, da produção até a venda final ao consumidor. Além disso, a CPMF incide também sobre a folha de pagamento das empresas, o que é um desestímulo para a geração de novos empregos.
Por isso é chegada a hora de dizer não à CPMF, porque é um grande mal para o País! Chega de sustentar políticos vagabundos! Vamos impedir que o governo avance cada vez mais sobre nossos bolsos!

sábado, julho 28, 2007

Vôo 3054 - Eles precisavam morrer?


Passados dez meses após a queda de um Boeing da Gol no meio da floresta amazônica, que matou 154 pessoas, o País chora por mais um grande desastre aéreo, ocorrido no dia 17 de julho passado, que vitimou aproximadamente 200 pessoas.
Ainda é cedo para se apontar as causas do acidente, porém ficou evidente o descaso de nossas autoridades com o setor aéreo. Nossos principais orgãos responsáveis por cuidar da infra-estrutura aéra, a ANAC e a INFRAERO se tornaram antros de ineficiência, principalmente por terem se tornado cabides de emprego do governo federal. A maior parte dos dirigentes desses dois órgãos apresentam como credencial para atuar no setor aéreo, carteirinhas do PT. Sem falar na ministra, que num dos inúmeros "apagões aéreos" que infernizaram a vida dos brasileiros nos últimos 10 meses, mandou a gente "relaxar e gozar", e no inepto Ministro da Defesa, cujo maior feito foi desautorizar o comando da Aeronáutica a punir controladores de vôo amotinados numa evidente quebra de hierarquia. E os dois aspones do presidentes que foram flagrados fazendo gestos obscenos, para comemorar uma possível falha mecânica no Airbus, o que teoricamente isentaria o governo de responsabilidades no desastre.
Morreram mais de 350 pessoas nestes dois grandes desastres. Será que foi preciso que estas vidas se perdessem para que finalmente, pudessemos ver que este governo que está aí é inepto, populista, anti-ético e trata o bem público como se fosse coisa particular? Pelo menos, só me resta desejar que esta vidas não tenham se perdido em vão.

domingo, julho 22, 2007

Ecochatos contra os carrões esportivos!

Um grupo de ativistas ecológicos destroem um utilitário esportivo Hummer de US$38 mil:
http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1771037-EI8141,00.html

Se nos anos 80 os ativistas verdes descarregavam sua fúria em cima de casacos de pele de madames, o alvo agora são os grandes utilitários esportivos.
Esses ativistas estão passando dos limites! Não podemos tolerar atos como estes que ferem nossos direitos de propriedade.

quinta-feira, julho 12, 2007

Mais absurdos na USP

Mais uma mostra do que se passa na maior e melhor universidade brasileira, a USP:
  1. "Debate" do SINTUSP - Membros do SINTUSP (Sindicato dos trabalhadores da USP), pedindo o fim do estado burguês de Israel. Alguns gritam "Viva o Hezbollah"!?

  2. Tese de doutorado que mostra que a praga da doutrinação marxista não poupa nem o ensino da Matemática. ( E eu que pensava que Matemática era pra aprender álgebra, trigonometria, e afins!)
Isso mostra o quanto a universidade está contaminada por um pensamento esquerdista totalmente ultrapassado. A luta armada, durante o regime militar, foi facilmente derrotada, porém os milicos deixaram os comunistas tomar conta das universidades a fim de seguir a cartilha do cientista político italiano Antonio Gramsci, de fazer a revolução socialista não pelas armas, mas por corações e mentes.
Com essa mentalidade atrasada, nunca iremos ganhar Prêmio Nobel - os bons - Medicina, Física, Química e Economia.

quarta-feira, julho 11, 2007

Um conselho ao vencedor do soletrando!

Com atraso de um mês e meio, dedico este post ao vencedor do quadro Soletrando do programa Caldeirão do Huck, o goiano Aurélio Póvoa. Se eu pudesse encontrar com você, Aurélio, lhe aconselharia a cursar uma boa universidade estrangeira como Cambridge, Harvard. Fique longe das universidades brasileiras. Fuja delas como o capeta foge da cruz, principalmente se você optar por uma carreira da área de Humanas!
Nossas faculdades se tornaram um antro de esquerdistas dos mais retrógrados, que idolatram bufões como Hugo Chávez e Evo Morales, e acham Cuba uma sucursal do Paraíso na Terra. Além disso, durante este intervalo de tempo entre o dia em que você se sagrou o vencedor do quadro e o dia em que escrevo este artigo, aconteceram diversos fatos que me deixaram mais convicto do que estou aconselhando.
Primeiro, foi a baderna aprontada por estudantes da USP, que durante 50 dias pintaram e bordaram na reitoria da universidade e não sofreram uma punição sequer. Depois foi a aprovação de cotas raciais na UFRGS. Na UnB, que já adota o famigerado sistema, houve aquele grotesco episódio em que dois gêmeos idênticos que optaram por concorrer pelo sistema de cotas, e um deles foi considerado "negro", portanto poderia concorrer pelo sistema de cotas, e o outro não. Sem falar do professor da mesma universidade que foi vítima da fúria politicamente correta que tomou conta do País.
Há muito as universidades públicas se tornaram instrumento de politicagem e sindicalismo barato. Aqui, por exemplo, funcionário vota para reitor, o que é uma verdadeira aberração, pois gente estranha ao mundo acadêmico decide os rumos de uma universidade. Agora querem acabar com a meritocracia no ingresso ao ensino superior. Pessoas com melhor nível de conhecimento serão preteridos por outras com nível menor em função de cor de pele e classe social. É assim que o ensino superior brasileiro vai sendo enterrado dia a dia.

Ainda existe bom senso no Judiciário!

Em abril do ano passado escrevi um artigo criticando a indústria de processos por dano moral que vem assolando o País, e que reforça mais uma vez a teoria de que só copiamos o que existe de pior nos Estados Unidos, onde começou toda essa farra! Também já critiquei em alguns posts os desmandos de juízes que de vez em quando, proferem as sentenças mais absurdas.
Desta vez escrevo para elogiar a ação do Juiz Federal da 1° Vara Federal do Estado de Sergipe, Ricardo César Mandarino Barretto, que julgou improcedente uma ação por danos morais contra o colunista da Revista VEJA, Diogo Mainardi. A ação foi movida pelo Ministério Público Federal porque o réu teria feito afirmações preconceituosas contra nordestinos e cuiabanos, e foi indeferida, porque segundo o Juiz, o colunista teria feito pequenas ofensas, que não causaram dano a ninguém, e que devem ser toleradas em nome da liberdade de expressão.
O que eu mais gostei foi como o Juiz encerra a sentença, com os dizeres a seguir:
"De minha parte, enquanto me agradar, continuarei assistindo ao Manhattan
Connection e lendo as crônicas do Sr. Diogo Mainardi e, sempre que me for dado, assegurar
que ele possa dizer o que pensa. É o que importa. Aproveito e convido-o, se ainda não o fez,
para visitar Sergipe. Não se arrependerá". De forma bem humorada, o que está faltando ao brasileiro. As pessoas hoje se ofendem por qualquer coisa. O próprio juiz conta que também foi vítima de preconceito, por ser baiano, mas encarou tudo com bom humor!
Deus te abençoe, caro juiz!! Por atos como esse que eu ainda ponho fé no Brasil, apesar de tudo.

PS: a íntegra da sentença proferida pelo juiz Ricardo César Mandarino Barretto pode ser lida aqui

quarta-feira, julho 04, 2007

O Mundo de Valentina

Domingo, dia 1º de julho, estava assistindo ao Fantástico em companhia de minha namorada quando passou um quadro chamado “O Mundo de Valentina” Participam deste quadro um casal com uma filha recém-nascida chamada Valentina (daí o nome do quadro), e seu objetivo principal é fazer um exercício de imaginação de como será o mundo daqui há algumas décadas, quando a criança tiver a idade dos pais!

Quem assistiu a esta matéria, (quem não assistiu pode ver o vídeo aqui ) ficou com a impressão de que teremos que voltar à Idade da Pedra para que o planeta não entre em colapso daqui a algumas décadas, porque não haverá recursos naturais suficientes para uma população que chegará a 9 bilhões de habitantes por volta de 2050. Tudo isto se for mantido o padrão de consumo e o ritmo de crescimento econômico atuais.

A matéria mostra uma situação meio que tragicômica em que os pais da menina fazem compras de um supermercado, daí retiram do carrinho tudo aquilo que causa impactos no meio ambiente, sejam hortifrutigranjeiros que precisam ser transportados por caminhão, ou carne, que segundo alguns ‘entendidos’ deve ter o consumo reduzido por que a flatulência do boi causa aquecimento global por causa do metano que é liberado. (Para mim, é mais uma daquelas bobagens que, de vez em quando, saem das universidades, porém os ecochatos de plantão adoram), ou produtos que utilizam embalagens plásticas. No fim, não sobra nada no carrinho do pobre casal!

Não gosto de reportagens como essa, por que deixa as pessoas com uma preocupação excessiva, por algo que talvez nem aconteça. Previsões apocalípticas para o futuro da humanidade sempre existiram, porém elas falham porque ignoram a capacidade humana de resolução de problemas e adaptação ao meio. Basta lembrar há pouco mais de 200 anos o economista britânico Thomas Malthus previu que a humanidade seria sucumbida pela fome, pois, segundo ele, a produção alimentar cresceria teria um ritmo de crescimento bem menor do que a população. Felizmente as técnicas de produção agrícola evoluíram bastante e consequentemente conseguimos contrariar as previsões de Malthus. A mesma deve acontecer com o tão falado “aquecimento global”, portanto, caro leitor, não há motivo para pânico.

Ainda pretendo retornar a este assunto em breve!

quarta-feira, junho 27, 2007

Não estamos no fundo do poço! (Ainda)

Hoje em dia, quem diz que estamos no fundo do poço está sendo otimista, porque alguns acontecimentos recentes mostram que sempre é possível piorar mais um pouco! Vejamos:
Terça-feira, 19 de junho de 2007. Neste dia um aluno da Escola Estadual Darcy Pacheco aqui na cidade onde eu vivo, São José do Rio Preto, SP, ateou fogo no cabelo da professora Iramar Araújo, com um isqueiro. Sob os risos da classe inteira, apenas duas alunas socorreram a professora. E qual a punição para o garoto incendiário? Nenhuma! A Secretaria de Educação informou que não irá punir o garoto porque entende que o delito não foi grave(?) ! Como não é grave, um ato que poderia ter conseqüências muito mais sérias, não fosse pela intervenção das alunas que socorreram a docente, que foi humilhada três vezes: pelo aluno incendiário, pela classe que a ridicularizou, e pela Secretaria de Ensino, que frustrou seu desejo de ver o agressor punido! Nenhuma medida foi tomada para protegê-la, nem pela direção da escola nem pela Secretaria. Além disso, nada foi feito para proteger a aluna que testemunhou contra o garoto. Ela não tem comparecido às aulas por medo de represálias dos amigos do agressor.
Ainda na semana passada, depois de 50 dias, os estudantes baderneiros que invadiram o prédio da reitoria da USP, finalmente desocuparam o recinto, após a promessa de que não sofreriam punição. Como se também fosse a coisa mais natural do mundo impedir atividades normais de uma universidade sustentada por nós, contribuintes, e fazer chantagem para que esta não preste contas de seus gastos, e para pedir mais privilégios, como se já não fosse uma baita de uma mordomia estudar de graça numa das melhores instituições de ensino superior do Brasil, sendo que a maioria deles precisou pagar um bom cursinho ou uma boa escola particular no Ensino Médio para poder ingressar na referida universidade.
Sem falar nos políticos, que costumam aprontar todas, mas no final tudo termina em pizza. Enquanto isso, assistimos uma degradação moral de nossa sociedade que culmina em pais que não sabem educar, filhos sem limites, a cultura do jeitinho, a lei do menor esforço, a permissividade diante de desvios de conduta.
Onde vamos parar?

sábado, junho 16, 2007

Mais um teatrinho em Brasília

Mais uma vez assistimos a um deprimente espetáculo teatral em Brasília, em torno das denúncias de que o presidente do senado Renan Calheiros teria contas particulares pagas por um lobista da empreiteira Mendes Junior. A Comissão de Ética do Senado faz todo aquele circo, com discursos, relatórios, inquéritos, interrogatórios, para no fim não dar em nada. Ou alguém ainda acredita que o ilustre presidente da casa sofrerá algum tipo de sanção? Em Brasília não se pune ninguém. Deputados e senadores podem fazer o que quiser, que se forem pegos, seus colegas o absolvem!

O brasileiro e a liberdade de opinião

Recentemente houve dois episódios que mostra o quanto estamos longe de ser uma nação democrática com livre expressão de idéias e opiniões.

O primeiro é de uma ação na justiça entrada pelo fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, conhecido também como o “pedágio do céu”. Devido a esta ação, a Google Brasil foi condenada a retirar do ar tais comunidades e ainda por cima a fornecer a identificação dos internautas que xingaram o bispo, a fim de poder serem processados individualmente. Pelo jeito, segundo nossos brilhantes juízes, só poderemos manifestar opiniões a favor! Fico pensando se cada pessoa pública resolvesse entar com uma ação na justiça por causa de críticas recebidas no Orkut. Nossa justiça, que já é terrivelmente lenta, ficaria emperrada por tempo. Quanto aos ofendidinhos, tenho uma receita infalível para não receber críticas: desapareçam dos holofotes e se isolem no meio da floresta Amazônica, ou de qualquer outro lugar isolado. Desse jeito vocês voltam para o anonimato, mas também não recebem mais críticas, não é maravilhoso?

O segundo episódio a ser comentado é a respeito de um bem-humorado comercial de um modelo de carro da Peugeot que mostra um casal se esforçando para vencer uma ladeira íngreme a bordo de um automóvel pouco possante. Como o desgraçado do veiculo teimava em não subir, o jeito foi se livrar de todos os pertences do casal a fim de aliviar o seu peso. E foram embora, livros, violão, bolsa, frutas, e no final o motorista cogita em defenestrar a própria sogra! Pois dá para acreditar que o comercial foi alvo de reclamações de telespectadores e sua veiculação foi suspensa pelo CONAR? Quando é sabido que a figura da sogra é uma verdadeira instituição nacional, presença marcante no anedotário brasileiro! O que me leva a concluir duas coisas, que primeiro, o brasileiro não tem mais senso de humor, e segundo, que este não tem tradição democrática. Brasileiro, só defende liberdade de expressão, quando seu conteúdo lhe agrada! Não se poderia, simplesmente, desligar a TV, ou mudar de canal quando passar algo que não lhe agrada. Por que cercear o direito de outrem expressar suas idéias, só por que não gostamos daquilo que ele diz?

Temo estar entrando novamente no obscurantismo medieval. Do jeito que a coisa anda, não podemos duvidar de que isto pode acontecer!

sábado, maio 12, 2007

O Aprendiz

Não costumo comentar sobre programas de TV, mas vou abrir uma exceção hoje por causa do programa o Aprendiz 4 da Record, que estreou nesta terça-feira (08/05). Mais precisamente, vou falar do programa de estréia, na qual o participante Ricardo de Souza Pereira, professor universitário, foi eliminado.
Lamentei a "demissão" do "Professor" - como Ricardo ficou conhecido no programa - e creio eu que até o Roberto Justus também deve ter lamentado, pois sem dúvida nenhuma, tinha o melhor projeto, que consistia no desenvolvimento de medicamentos naturais para tratamento de problemas como úlcera, gastrite e refluxo.
O "Professor" caiu devido a sua dificuldade de adaptação ao ritmo acelerado da execução das tarefas do programa, e principalmente pela sua dificuldade de relacionamento com os colegas de equipe. Durante o processo de eliminação, na sala de reunião com Roberto Justus, ele se mostrou pouco objetivo em sua defesa, já que todos estavam contra ele, e preferiu dizer que os seus colegas estavam com inveja dele. Não restou ao apresentador, demití-lo do sonho de ser seu sócio do projeto.
Professor Ricardo, que este episódio, sirva de lição para você melhorar seu relacionamento interpessoal, pois isto é algo muito importante na carreira de qualquer pessoa (este programa deixou isto bem claro), e tomara que seu projeto siga em frente!

quarta-feira, maio 02, 2007

Um pouquinho de bom senso!

No meio de tanta notícia ruim, é com satisfação que vejo que o dia 11 de maio não será mais feriado. A proposta de se criar um feriado nesta data em homenagem à Frei Galvão foi rejeitada pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.
Muito ridícula esta idéia de se criar um feriado para homenagear um santo brasileiro. Fico imaginando se a Itália adotasse feriado para cada santo nascido naquele país. Restariam poucos dias úteis!

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Lá vem o PAC

Lá vou eu de novo dar meus pitacos neste humilde blog. O assunto não poderia ser outro, a não ser o famigerado PAC (Plano de Aceleração Econômica) anunciado pelo nosso presidente na segunda-feira (22/01).
Não entendo muito de economia, mas sinceramente, estou cético em relação a este PAC, pois não ataca o principal obstáculo ao crescimento econômico, que é a hipertrofia do Estado brasileiro. Qual a contribuição deste plano para reduzir o tamanho deste mamute estatal que nos rouba 40% de tudo que nós produzimos? Vai reduzir a carga tributária, e acabar com esta CPMF, que é para mim o imposto mais maligno que já foi criado no Brasil e era para ser provisório? Vai combater o rombo da Previdência? Nada disso! O plano só vai beneficiar alguns poucos setores produtivos com incentivos fiscais e aumentar ainda mais a ingerência estatal na economia.