segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Que figura!

Recentemente eu tomei conhecimento de um radialista e cronista policial chamado Luiz Carlos Alborghetti, que até recentemente apresentava um programa chamado "Cadeia sem censura" trasmitido via internet (www.cadeiasemcensura.com.br). Este site, no momento está fora do ar, porém conteúdos destes programas podem ser encontrados na net, especialmente no youtube. Segue abaixo uma relação de videos com alguns dos melhores momentos do impagável radialista:

http://www.youtube.com/watch?v=jmqS6dbURx0
- Falando sobre a Mônica Veloso, e como ela se deu bem por ter feito um filho com Renan Calheiros!

http://www.youtube.com/watch?v=SFpUFyCk9AU&NR
- Criticando o estatuto do desarmamento

http://www.youtube.com/watch?v=kTL1hwnKIQc - quebrando tudo no programa da Luciana Gimenez

http://www.youtube.com/watch?v=d2W2Xqc92Oo&NR=1 - mandando Tiaguinho pro colo do capeta

http://www.youtube.com/watch?v=axSXSrWNdvo&feature=related - Alborghetti X PCC

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Mais uma tragédia no trânsito brasileiro!

Mogi das Cruzes, domingo, 10 fevereiro. Na estrada que liga Mogi à vizinha Itaquaquecetuba, um carro com sete moças bate violentamente em um caminhão e sai da pista. Resultado da tragédia: 5 delas morrem instantaneamente e as outras duas são hospitalizadas em estado grave. A polícia encontrou garrafas de cerveja dentro do carro. Notícias como essa, infelizmente, tem sido frequentes nos jornais. Na véspera de Natal do ano passado, por exemplo, (há menos de dois meses, portanto) outros 5 jovens perderam a vida próximo a Jataí-GO em um acidente igualmente causado pela fatídica combinação bebida, direção e alta velocidade.
É de se perguntar como evitar que mais tragédias como essas ocorram. Os pais de algumas das vítimas do acidente de Mogi sugeriram uma ampla mobilização para conscientizar os jovens sobre os perigos de beber e dirigir, mas creio que esta é uma solução inócua, porque, jovens são teimosos e acreditam que essas coisas não acontecem com eles. Eles não pensam que dirigir bêbado pode custar a vida deles, e pior, a vida de terceiros que acabam pagando por este ato irresponsável!
A meu ver, estes acidentes reduziriam muito se medidas restritivas à condução de veiculos por parte de menores de 25 anos fossem adotadas. Eles poderiam ser proibidos de dirigir durante finais de semana e durante à noite, ficando autorizados a dirigir somente em dias úteis durante o dia. Pode ser radical, mas ajudaria muito a melhorar essas tristes estatísticas de mortes de jovens no trânsito.

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Excelente artigo

Boa tarde a todos. Leiam este interessante artigo do colunista Nelson Archer, publicado na Folha de São Paulo nesta segunda (04/02). Boa leitura.
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QUANDO VIERAM atrás das lâmpadas incandescentes, não protestei porque já me habituara a ler à luz de outras; quando baniram os bifes, não disse nada porque podia comer pizzas; quando eliminaram os transgênicos, tampouco reclamei, pois meu salário bastava para comprar alimentos orgânicos; quando proscreveram os vôos internacionais, dei de ombros, pois já conhecia Paris, Londres, Veneza; quando tornaram proibitivo o uso de automóveis, obrigando todos a se aglomerarem em ônibus e metrôs, calei-me porque trabalhava em casa; quando plastificaram as genitálias alheias para limitar a produção de bebês, ri da história porque não me dizia respeito; quando criminalizaram a sátira, os comentários politicamente incorretos, a obesidade, o fumo etc., aí, obviamente, já era tarde demais para abrir o bico.
Poucas décadas atrás, todas as proibições mencionadas teriam parecido ridículas, quando não absurdas. Dependendo de onde a vítima viva, hoje a maioria delas se tornou real demais. E muitas estão sendo impostas aos cidadãos não por meio de mecanismos democráticos, como a discussão e o voto, mas através de lobbies endinheirados que pressionam governos para que estes imponham à sociedade as manias desta ou daquela minoria obsessiva.
O lobby mais poderoso e articulado é, sem dúvida, o dos verdes ou ecologistas. Esse pessoal não apenas meteu na cabeça que, devido a algumas variações de frações de graus nos últimos cem anos, o planeta está prestes a se derreter, como se convenceram também de que nós, ou seja, os seres humanos, é que somos a causa do suposto desastre. Gente como Al Gore, os militantes do Greenpeace e os burocratas transnacionais da ONU selecionam a dedo, entre inúmeras hipóteses contraditórias, as poucas que lhes confirmam os preconceitos, obtêm apoio de alguns cientistas que acreditam nelas, conseguem o silêncio de muitos outros e, valendo-se de modelos computacionais às vezes duvidosos, muitas vezes discutíveis e discutidos, transformam em verdade absoluta o que mal passa, no momento, de uma especulação entre tantas, declarando, precipitada e acientificamente, que se trata de consenso indiscutível. Para completar, demonizam ou isolam quem quer que levante a menor objeção.
Mas, como não faltam mais aqueles que estão devidamente habituados e vacinados contra seu terrorismo conceitual (e, não raro, seu terrorismo propriamente dito), o fato é que, se submetidas aos processos decisórios normais de uma democracia, as medidas que eles reivindicam para combater tais males imaginários jamais seriam referendadas pelo grosso do eleitorado. Aí entram milionários como George Soros, companhias preocupadas com o efeito da propaganda negativa, firmas interessadas em vender produtos ecologicamente corretos, economias estagnadas que vêem nessa medida uma maneira de prejudicar as que andam a pleno vapor, países, ou antes, governos e elites do Terceiro Mundo aos quais se promete certa vantagem financeira em troca de apoio e assim por diante.
Um exemplo ajuda: pouco antes de deixar a presidência dos EUA para se tornar uma presença requisitada em Davos e lobbista internacional, Bill Clinton assinou o Protocolo de Kyoto. Por que é que só o fez então? Porque sabia que o documento não tinha a menor chance de passar pelo Senado. Embora seu gesto fosse, como tal, inútil, este aumentava sua popularidade entre o jet-set internacional em detrimento, é claro, da imagem de seu país. E isso apesar de sabermos que Kyoto era praticamente inútil, que as nações mais vocalmente empenhadas em seu sucesso têm sido as que mais longe ficaram das metas propostas.
A preocupação exacerbada com o clima e o meio ambiente, coisas cujo funcionamento se conhece pouco e mal, já resultaria em problemas imediatos, pois, para a parcela miserável da humanidade, dificulta cada vez mais a superação de seu estado. O que a faz ainda pior é o fato de que seja usada para encobrir ou eclipsar as questões verdadeiramente urgentes, os perigos autênticos que nos rondam: fanatismo religioso e conflitos interétnicos, terrorismo e banditismo internacionais, contrabando de armas e narcotráfico, migrações descontroladas, ditaduras genocidas em vias de adquirir armamentos nucleares. Nada disso, porém, desviará a atenção de milhares ou milhões de militantes que, como os adeptos de qualquer seita, são movidos por dois desejos prazerosos, a saber, o de policiar a vida alheia e o de punir o sucesso de sociedades inteiras que não comungam de sua fé apocalíptica.

segunda-feira, janeiro 21, 2008

Deu a louca no Abadia?

Ontem, assisti a uma reportagem no Fantástico sobre o mega-traficante colombiano Juán Carlos Abadia, que chegou a oferecer US$ 40 milhões à Justiça Brasileira em troca de benefícios, só que o acordo não foi realizado, pois o traficante, fez uma série de exigências, dentre as quais, não cumprir pena no Brasil, mas sim nos EUA.
Difícil entender porque o traficante não deseja ficar preso por aqui, já que as condições para criminosos de seu quilate, são as melhores possíveis. Por uma quantia módica em comparação ao que ele ofertou à Justiça, ele pode subornar agentes penitenciários e ter todo tipo de regalias, como celular, visita íntima, frigobar, etc...
O texto completo da reportagem do Fantástico pode ser lido aqui

domingo, janeiro 20, 2008

Não deixem de ler!!

Excelente artigo escrito pelo empresário João Luiz Mauad, que mostra que apesar de o capitalismo ser imperfeito, as alternativas a ele se mostraram bem piores.

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6289

sábado, janeiro 12, 2008

Planos de saúde: uma boa notícia(?)

Nesta semana foi aprovada uma nova lei que obriga planos de saúde a cobrir procedimentos como laqueadura, vasectomia, além de consultas com outros profissionais de saúde, como nutricionistas e fonoaudiólogos. Muitos consideram essa uma ótima notícia, mas eu sempre desconfio de toda vez que o estado resolve interferir em atividades econômicas.
Primeiro, quanto mais interferência estatal, menos liberdade de escolha por parte dos usuários. Ao obrigar planos de saúde a cobrir certos tratamentos, o governo tira do usuário a opção de escolher planos mais básicos, com preços mais acessíveis. Isso é mais ou menos como obrigar que todos os hotéis sejam 5 estrelas. Daí quem precisasse de hospedagem, ou pagaria por um serviço de primeira ou então teria que dormir ao relento.
Apesar da cara-de-pau de alguns burocratas em afirmar que não irá haver aumento de preços nos planos (na cabeça deles, dinheiro nasce em árvore), isto é uma consequencia inevitável, já que as empresas terão despesas maiores. Se não houver aumento, a qualidade do serviço oferecido por essas empresas certamente irá se deteriorar. Em ambos os casos, quem recorreu a um plano de saúde para fugir desse pesadelo chamado SUS, vai sair perdendo.

sábado, janeiro 05, 2008

Na mosca!!

Acertei na mosca quando publiquei aqui que não era hora de soltar rojão com o fim da CPMF! Vira o ano e o que acontece? Aumento de imposto!
Tenham todos um Feliz 2011!!

sábado, dezembro 29, 2007

Retornando em breve...

Caros leitores, no momento estou dando uma pausa para as festas de fim de ano. Retorno em janeiro com novas idéias. Gostaria de agradecê-los por terem me prestigiado durante este ano de 2007. Desejo a todos um feliz 2008!! Obrigado.

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Ainda sobre o Rio...

Na semana passada, escrevi um post comentando sobre minha viagem ao Rio de Janeiro para assistir ao The Police. Resolvi também expressar minha opinião em uma das comunidades da banda no orkut. Alguns responderam que eu era ingênuo e que no mínimo deveria morar na Suíça para sair na rua com uma câmera digital. Respondi, que por esse raciocínio, mulheres deveriam andar coberta da cabeça aos pés para que não corressem o risco de serem estupradas. Alguns também apontaram que problemas de organização ocorridos durante o show poderiam acontecer em qualquer lugar, e não serviriam para desqualificar a cidade. Nesse ponto, eles têm razão mesmo. Seguranças mal-educados e fura-filas não são uma exclusividade da Cidade Maravilhosa; logo reconheço que fui injusto com os cariocas. Porém minha opinião não muda a respeito da segurança pública e do aspecto geral da cidade, que realmente não são animadores.
Ainda durante esse debate um internauta perguntou se eu não tinha pontos positivos, só criticas ao Rio. Apontei as belas paisagens e o bom atendimento dos profissionais ligados ao turismo, como funcionários, guias e motoristas de van.
Talvez tenha prestado mais a atenção nos aspectos negativos da cidade, porque tenho mesmo a tendência de olhar as coisas pelo lado ruim. Apesar de tudo, esta viagem foi uma experiência enriquecedora para mim, principalmente por causa do show, e por fazer novas amizades.

domingo, dezembro 16, 2007

Não é hora de soltar rojão!

A CPMF felizmente será extinta a partir do mês que vem. O Senado rejeitou a sua prorrogação até 2011. Não deixa de ser uma notícia boa, já que este é um imposto extremamente maligno, porque um mesmo dinheiro é taxado várias vezes cada vez que este é movimentado de uma conta para outra. Uma simples regra de três mostra que a base de incidência da CPMF corresponde a um montante cerca de 5 vezes maior que o PIB nacional. Basta fazer a conta: se a alíquota de 0,38% do imposto resulta num total arrecadado pelo governo de 40 bilhões de reais, então 100% corresponderá a cerca de 10,52 trilhões de reais! Ou seja, na prática, a alíquota deste maldito imposto acaba sendo muito maior do que esses 0,38%.
Os brasileiros terão a partir do ano que vem 40 bilhões de reais a mais no bolso; dinheiro, que certamente, será bem mais gasto do que se estivesse nas mãos do Governo Federal, que pode muito bem se virar sem este montante, já que a arrecadação de impostos não pára de crescer ano a ano.
Mas ainda é cedo para se comemorar o fim da CPMF, já que a fúria arrecadatória dos governantes parece não ter limite. Certamente os impostos existentes vão aumentar e serão criados novos tributos para compensar esta "perda" de arrecadação com o fim do imposto sobre o cheque. Não podemos permitir que isto aconteça. A sociedade precisa dizer ao governo que não tolera mais aumento de impostos e que há muita gordura para queimar dentro deste paquiderme em que se tornou o Estado brasileiro!

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Meu fim de semana no Rio!

No último final de semana fui assistir ao show do The Police no Rio de Janeiro. O espetáculo foi esplêndido, porém a cidade me deixou uma má impressão terrível. Primeiro, ao chegar a cidade, no sábado, pela Via Dutra, e pegar a Linha Vermelha dá para perceber, pelo mau-cheiro vindo dos canais e córregos poluidos e pelas inúmeras favelas que margeiam a via expressa, o quanto ela foi mal-tratada por conta da expansão desordenada e sucessivos governos desastrosos. Ainda tive o dissabor de ter minha câmera digital roubada por um grupo de jovens, provalmente usuários de drogas. Tudo isso em plena luz do dia e em um lugar movimentado, o Parque do Flamengo. Que lugar é esse em que não se pode nem mais tirar fotos sem ser importunado por criminosos!
À noite, no Estádio do Maracanã, enfrentei mais problemas. Durante o show de abertura, dos Paralamas do Sucesso, tentei pegar uma bebida em um dos (poucos) bares no gramado, mas desisti depois de meia-hora, por que se formaram filas enormes, e como aqui o que vale mesmo é a lei de Gérson, os espertalhões começaram a furar a fila. Um rapaz foi reclamar com o segurança, daí este em vez de colocar ordem na fila, deu uma bronca no rapaz, chegando até ameçar colocá-lo para fora do estádio, sob a alegação de que este o estava desrespeitando. A saída do show também foi tumultuada por que colocaram apenas uma saída para a multidão que estava no gramado. A organização também pecou por não conferir as meias-entradas, assim, muita gente sem direito ao benefício (que aliás, não deveria nem existir) deve ter entrado pagando só meia. Ainda tenho minhas dúvidas se o Brasil vai conseguir organizar a copa de 2014 de maneira decente.
No domingo, ao subir o Corcovado e ter aquela visão magnífica do mar banhando a Cidade Maravilhosa, concluí que o Rio tem uma paisagem abençoada por Deus, porém os homens lá embaixo não estão cuidando bem dela. O que é uma pena! Vou pensar duas vezes antes de voltar ao Rio de Janeiro!

sábado, dezembro 01, 2007

Bom demais para ser verdade!

No mês passado a Telefonica alterou os planos oferecidos de assinatura de banda larga ADSL (Speedy) e agora o mais básico conta com velocidade de 500 kbps. O Speedy Light de 256 kbps , que é o que eu tenho, não é mais comercializado. Até pensei que por causa disso, iria contar com o dobro da velocidade atual, sem aumento de preço, porém ao ligar para o SAC da Telefonica, a atendente me informou que não iria haver alterações para os usuários antigos, a não ser que eles quisessem assinar os novos planos. Como iria ter que desembolsar mais para fazer isso, por enquanto vou ter que contentar mesmo com a velocidade de 256kbps, que ainda não é a ideal para assistir videos do youtube. Tanto que precisei de uns quatro dias para assistir todos os nove videos da entrevista do desertor russo, a qual abordei no post anterior.

segunda-feira, novembro 26, 2007

Subversão Soviética da Imprensa do Mundo Livre

O link abaixo é para acessar uma sequência de 9 videos contendo uma entrevista com com Yuri Alexandrovitch Bezmenov (*1939 +1997), desertor da KGB - o temido serviço secreto da ex-URSS - e funcionário da agência Novosti (agência de notícias do regime socialista). O entrevistador é o autor e comentador político G. Edward Griffin. O entrevistador expõe com clareza a sordidez do regime socialista soviético e os métodos sujos empregados pelos seus dirigentes para aumentar sua influência pelo mundo. Tudo isso com a autoridade de quem conheceu o regime de perto e esteve em suas entranhas. Uma verdadeira aula sobre a ex-URSS e a Guerra Fria.
O ano da entrevista é 1984, portanto mais de 20 anos, todavia ao assistí-la, fica-se com a sensação de que este conteúdo nunca foi tão atual. Além disso, fica a impressão de que a turma do PT aprendeu direitinho as lições de seus camaradas russos.

http://www.youtube.com/view_play_list?p=9E779415F4B01A64

domingo, novembro 25, 2007

Em ritmo lento

Caro leitor, vocês já perceberam que ultimamente tenho escrito poucos posts. Tenho tido pouca inspiração e ultimamente estou de saco cheio do noticiário nacional. É sempre a mesma coisa, Renam Calheiros, prorrogação da CPMF, invasões de sem-terra, corrupção, cotas raciais, etc, etc.
A proprósito, os incidentes ocorridos recentemente na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) deixam bem claro o que pode acontecer se essa sandice de cotas raciais continuar a ser difundida no país. Conforme

sábado, novembro 10, 2007

Duas caras detonando o esquerdismo!

Hoje vou falar sobre a novela das 9, "Duas Caras". Devem estar estranhando eu discorrer sobre este assunto. Poderia falar, por exemplo, sobre o filme "Tropa de Elite", porém, somente o assisti duas semanas após sua estréia no cinema, nesse interim, outros blogs mais conceituados com o meu como o de Rodrigo Constantino e do jornalista Reinaldo Azevedo já continham artigos que tabmém expressam minha opinião sobre o filme. Mais precisamente, vou comentar sobre o capítulo de ontem (06/11) que mostra o desfecho da invasão de estudantes de esquerda e ativistas de movimentos sociais à fictícia Universidade Pessoa de Moraes comandada pela personagem Branca, interpretada por Suzana Vieira.

As cenas de ontem mostraram o caráter hipócrita e baderneiro dos estudantes que reivindicavam, na base do vandalismo e da chantagem, a participação nas eleições para reitor. Sem falar no discurso extremamente retrógrado (e devidamente ironizado por Branca) dos líderes do movimento estudantil, que chegam até citar Lênin. (credo!). A dirigente da universidade ironiza mais uma vez os estudantes rebelados, ao dizer a eles que eles planejam fazer a revolução enquanto tomam cerveja em um bar (mais ou menos isso, foi o que ela disse).

Apesar de a novela ser apenas entretenimento, gostei da forma como o autor de “Duas Caras”, Aguinaldo Silva, mostra o movimento estudantil, pois percebe-se o caráter antidemocrático do mesmo. Gostei também da forma como a personagem branca agiu, desqualificando o discurso hipócrita e fanfarrão dos estudantes. Ainda, no capítulo, de ontem, pôde-se perceber que Aguinaldo não se dobra facilmente à praga do discurso politicamente correto, na cena em que a cunhada de Branca e sua irmã, ao virem militantes de um tal “Movimento dos Sem Casa”, saírem da universidade em ônibus fretados pela Prefeitura do Rio. Daí uma pergunta a outra: “quem paga esses ônibus?” e ambas respondem em coro: “A elite!!”, mais uma alfinetada na militância esquerdista.

Esta novela está saindo melhor que a encomenda! Vamos acompanhar os próximos capítulos para ver o que sai daí.

domingo, outubro 28, 2007

O que você vai fazer nesta semana?

Domingo à noite, momento de agonia e tristeza para muitos. Mais um final de semana acaba e outra semana de trabalho pela frente. Por sinal, uma semana mais curta, já que teremos o feriado de Finados na sexta-feira.
Amanhã, como em todas as segundas-feiras, uma das perguntas mais comuns que as pessoas fazem umas às outras, é "como foi seu final de semana?" Certamente, é um assunto que rende uma boa conversa, já que é nos sábados e domingos, que nossas vidas saem da rotina e ocorrem fatos diferentes.
À medida em que a semana passa, as pessoas começam a mudar seu foco de pensamento. Em vez de perguntarem como que foi o fim de semana passado, começam a perguntar quais os planos para o próximo. E eis que chega a sexta-feira à noite, e daí, tudo muda! O astral melhora e o estresse de trabalho fica para trás e agora o momento é de "curtição"!
Penso que estamos vivendo muito em função dos fins de semana. Nos comportamos feito aves fênix que morrem toda segunda de manhã para renascer das cinzas na sexta à noite. Já começamos a segunda pensando no que vamos fazer no próximo sábado. Daí esquecemos que existem cinco dias (não deve ser à toa, que são denominados "dias úteis") em que podemos fazer muita coisa. Em tais dias é que temos a chance de gerar riquezas, de inovar, de empreender, enfim, de sermos úteis à sociedade.
Por isso que faço a pergunta do título desse post. Se domingo à noite, para você, é sinônimo de tortura, é sinal de que algo não vai bem com seu trabalho. Faça uma auto-avaliação e verifique se não é hora de mudar de emprego ou de atitude. Afinal, o trabalho é o único meio honesto que temos para obter nosso sustento, e assim, ter um dinheirinho para aproveitar os fins de semana! Trabalhe com dedicação, dê o melhor de si e pense que sua vida depende fundamentalmente do que você faz entre as manhãs de segunda e o final da tarde de sexta!

quarta-feira, outubro 10, 2007

A maldição do cromossomo Y

No ano passado escrevi um texto chamado “para que serve o hímen” no qual eu discorria sobre esta estrutura presente na anatomia feminina e que a meu ver não tem utilidade nenhuma além de ter representando por muito tempo um problema para as mulheres, pois esse mísero pedaço de pele era visto como um atestado de pureza feminino.

Agora chegou a vez de falar sobre o que eu considero o grande fardo masculino: o cromossomo Y, presente apenas nos congêneres de Adão, mas antes de continuar a falar sobre este assunto abro um parêntese para dar uma pequena aula de genética, a fim de facilitar a compreensão do texto.

Nosso material genético está armazenado no núcleo de cada célula do corpo. E este material está disposto em filamentos chamados de cromossomos, que aparecem sempre aos pares. Um herdado da mãe e o outro do pai. Os cromossomos são compostos por genes, que são as unidades genéticas que determinam características, como cor da pele, olhos, algumas doenças, etc. Nós, seres humanos, carregamos 23 pares de cromossomos, e um deles determina o nosso sexo. Há dois tipos de cromossomos sexuais: o X e o Y. A mulher carrega dois cromossomos X (XX) e o homem um X e um Y (XY).

Pelo fato de ter dois cromossomos diferentes, o homem está mais sujeito a ter doenças genéticas. Para entender como isso acontece voltemos às explicações sobre cromossomos e genes, que como já vimos aparecem aos pares, um oriundo da mãe e outro, do pai. Cada gene pode se apresentar com diferentes combinações (geralmente duas). Cada uma delas está associada a uma característica genética. Geralmente uma dessas combinações é dominante, ou seja, para que a característica associada a ela se manifeste, basta que um dos genes contenha esta combinação; e a outra é recessiva, ou seja, para que se manifeste sua característica é necessária que tal combinação apareça aos pares.

Muitas dessas combinações de genes estão associadas a doenças das mais variadas, como diabetes, disfunções musculares, anemias, etc. Felizmente, a maior parte delas é do tipo recessivo. Só que quando o gene associado a uma dessas doenças se localiza no cromossomo X e o portador é homem, a doença irá se manifestar porque o não há outro cromossomo X para contrabalançar o gene problemático. É por isso que doenças como daltonismo, distrofia muscular de Duchenne, hemofilia, todas ligadas ao cromossomo X, são quase que exclusivamente masculinas. As mulheres não manifestam a doença, mas carregam o gene defeituoso que será transmitido a seus filhos.

Daí que eu digo que o cromossomo Y, representa para o homem, o que o hímen representa para a mulher. Um “troço” inútil que só serve para complicar mesmo.

sábado, outubro 06, 2007

A falência do estado brasileiro!

Diariamente temos acompanhado nos telejornais a agonia dos usuários do sistema público de saúde no País. Superlotação, falta de remédios, instalações precárias e mau atendimento fazem parte da rotina diária da maior parte dos hospitais públicos brasileiros.
Tudo isso nos faz perguntar o que foi feito do dinheiro da CPMF, que foi criada com o objetivo de investir recursos na área da saúde, mas que atualmente cuida apenas da saúde financeira do governo.
Não somente a saúde no Brasil está em frangalhos. Só a peguei como exemplo por que atualmente está mais em evidência. Outros setores que dependem de investimentos estatais, como educação, transportes, segurança pública e Justiça também estão em péssima situação. O pior é que pagamos um absurdo de impostos para não receber nada em troca.
Todos estes problemas demonstram que este modelo de bem-estar social promovido pelo estado, e consolidado pela Carta Magna de 1988 é inviável. Tal modelo gera muita burocracia, muita corrupção e sufoca o crescimento da economia por causa da carga tributária escorchante.
Não dá mais para tratar o estado como se fosse um Deus que só falta fazer chover. Até quando vamos ficar deitado eternamente em berço esplêndido esperando que o papai estatal resolva todos nossos problemas? É preciso mudar a mentalidade de nosso povo, o que não é indolor, porém necessário se um dia quisermos chegar ao Primeiro Mundo. É preciso tomar medidas a princípio impopulares, mas que se mostrarão benéficas a longo prazo. Uma solução de curto prazo para os crônicos problemas no setor de saúde seria o fim da gratuidade para procedimentos médicos mais baratos, como consultas e exames mais simples. Sobrariam mais recursos para custear tratamentos e medicamentos mais caros. No setor de educação, será necessário priorizar os ensinos fundamental e médio, em vez do ensino superior, como acontece aqui no Brasil, em que as vagas nas universidades públicas do país são ocupadas por alunos oriundos de escolas particulares. Para isso, fatalmente, será necessário decretar o fim do ensino superior gratuito, mesmo com a chiadeira do pessoal da UNE e dos sindicatos. É necessário também promover uma desregulamentação na economia e uma desburocratização dos serviços estatais. Nossos burocratas têm mania de regulamentar tudo o que vêem pela frente, e a cada nova lei, a cada nova regulamentação, mais gastos com fiscalização. Numa economia de livre mercado o consumidor tem o poder (embora a maioria não tenha a consciência disso) de escolher o que é bom e descartar o que lhe é ruim, sem necessidade da coerção estatal.
O que não pode é continuar do jeito que está, com um estado totalmente inepto que nos suga 40% do que produzimos. Muito do que o estado faz, pessoas e empresas poderiam fazer muito melhor. Nenhum país se tornou desenvolvido com esse modelo estatista que o Brasil insiste em adotar, mesmo já tendo sido testado e reprovado no resto do mundo. Pelo contrário, só vieram a prosperar, depois que reduziram o peso do estado sobre os ombros de seus cidadãos.

sábado, setembro 29, 2007

Maldita raça branca!

Na semana passada o escritor e jornalista Janer Cristaldo escreveu em seu blog o seguinte artigo, o qual tomo a liberdade de reproduzí-lo abaixo: (faço meus comentários a seguir)

ABAIXO OS BRANCOS PERVERSOS!


"A CPMF é assunto de branco que não quer pagar imposto, para que o povo perca o Bolsa Família. Se acabar a CPMF, acaba o Bolsa Família", disse ontem um dos personagens mais repulsivos da política nacional, o deputado federal e ex-ministro Ciro Gomes.

Como se não gostar de pagar impostos dependesse da cor da pele. Imagine se alguém dissesse que IPTU é assunto de negro que não quer pagar imposto. Seria imediatamente incurso em crime de racismo. Gomes esquece que as favelas são habitadas majoritariamente por negros, para os quais sequer passa pela cabeça a idéia de pagar IPTU ou taxas de água e luz.

Pelo jeito, todos os males do país têm sua origem nos brancos. Quem não lembra das declarações do ex-governador de São Paulo, Cláudio Lembo, sobre a violência no Estado? Disse Lembo que o problema só seria resolvido quando a "minoria branca" mudasse sua mentalidade. "Nós temos uma burguesia muito má, uma minoria branca muito perversa", afirmou.

Sobre o movimento Cansei, nascido em protesto contra a crise no setor aéreo, a violência e a corrupção, declarou que era movimento de "um pequeno segmento da elite branca' nascido em Campos do Jordão.

Se a moda pega, em breve teremos faixas e muros pintados propondo, como solução dos problemas nacionais, a morte dos brancos.


Quanto a este último parágrafo, não duvido nada de que quando isto ocorrer, grande parte de nossos "intelecutais" de esquerda, aplaudirá de pé esta iniciativa, hajam visto os esforços empreendidos por estes para demonizar os brancos, como sendo responsáveis pelas mazelas do mundo.
Como se não bastasse todas essas asneiras proferidas por nossos políticas, a intelectualha esquerdista quer imputar aos brancos uma espécie de pecado original, por estes serem descendentes dos colonizadores europeus que escravizaram os índios e os negros. Estes esquecem, que a própria História nos ensina que a escravidão africana foi uma cooperação entre europeus e africanos, já que estes últimos estavam sempre guerreando entre si, e os vencedores escravizavam os vencidos e os vendiam aos europeus. Quanto aos povos americanos, que aqui já estavam antes da chegada dos europeus, muitos praticavam atos, hoje vistos como repugnantes, como por exemplo, canibalismo, infanticídio, sacrifícios humanos. Portanto, aquela visão idílica que tentaram nos passar, de que índios e negros viviam em paz e harmonia, e daí chegou o colonizador europeu malvado, que na sua ganância acabou com tudo, é inteiramente equivocada.
Como remédio para todas essas injustiças do passado, eles propõem as famigeradas "ações afirmativas", com o intuito de reduzir as diferenças sócio-econômicas entre brancos e não-brancos, mas que são também uma outra injustiça e não produzem o efeito desejado, além de ser uma forma de preconceito, pois passa uma idéia de que os últimos são incapazes e só conseguirão progredir com uma força do Estado.
Precisamos combater as idéias dessa gente que só quer semear discórdia e alimentar ódio entre irmãos. Parece até que querem provocar uma guerra civil! Difícil é entender porque tanta gente ainda dá ouvidos para esses energúmenos!

A Falácia da CPMF

Ultimamente um dos assuntos que têm mais dado debate no País é a prorrogação da CPMF, o maldito imposto que era para ser provisório, mas que se depender de nossos governos se tornará permanente. Neste caso, porém o que mais tem me chamado a atenção são os argumentos disparatados dos defensores de sua prorogação, que afirmam que só uma parcela mais rica da população que paga o dito tributo, que este é um instrumento de justiça social, que sem ele o Bolsa Família estará ameaçado, e outras bobagens! O deputado federal e ex-ministro Ciro Gomes chegou às raias da demência ao dizer que "A CPMF é assunto de branco que não quer pagar imposto, para que o povo perca o Bolsa Família. Se acabar a CPMF, acaba o Bolsa Família". Esta afirmação mostra que não há limites para a imbecilidade humana!
Bom, mas vamos agora, aos fatos sobre a CPMF. Primeiro, é um imposto extremamente maligno porque penaliza toda a cadeia produtiva. Cada vez que o dinheiro se movimenta de um lugar para o outro, é taxado, portanto na prática, paga-se muito mais do que sua alíquota de 0,38%. Quanto a dizer que os pobres não pagam esse imposto porque não tem conta em banco, é uma mentira cabeluda, porque estes, pagam sim e muito. O imposto está lá embutidinho no preço do arroz, do leite, pois para cada um desses produtos, paga-se o tributo em cada uma das etapas que compõem sua cadeia produtiva, da produção até a venda final ao consumidor. Além disso, a CPMF incide também sobre a folha de pagamento das empresas, o que é um desestímulo para a geração de novos empregos.
Por isso é chegada a hora de dizer não à CPMF, porque é um grande mal para o País! Chega de sustentar políticos vagabundos! Vamos impedir que o governo avance cada vez mais sobre nossos bolsos!